Amasofia

“Aproximo-me de você para falar-lhe do significado que cabe à expressão “o fim de todas as nações”. Estão ruindo, mas antes que caiam as fronteiras que marcam as jurisdições entre cada um dos países do seu mundo, outras divisões desaparecerão, porque há de prevalecer nos corações de todas as mulheres e homens da Terra um sentimento jamais experimentado. Renascerá uma percepção há muito abandonada e que devolverá a cada um não o sentimento de pertencer a uma humanidade planetária, ou mesmo cósmica, mas um outro, muito mais antigo e transcendente, que é aquele ao qual me refiro como o sentimento do “não-pertencer”.

Para que seu entendimento possa ser preciso, olhe para uma semente de uma fruta. Veio ela do fruto, que veio da flor, que se abriu dependurada no ramo, que pertence ao galho ligado a um forte tronco enraizado ao chão. Ultimamente lhe tem sido possível compreender sua ligação com a árvore. Agora, olha para frente e para o alto. Seu coração começará a experimentar a liberdade da “semente” que, doravante, vai ela, liberta, buscar seu próprio solo para, quando for o dia, germinar, dando continuidade ao Eterno e eternidade ao Ser. Sim, essas fronteiras internas também ruirão, as fronteiras do entendimento e da visão limitada por uma percepção miúda da realidade. Com a superação desse estágio haverá no mundo, então, as condições ideais para que todas as demais fronteiras, as de caráter externo, que aprisionam o Ser, cerceando-lhe o livre desenvolvimento, possam ruir, e ruir em paz. São essas as “nações” às quais se referem as tradições. No linguajar de seu presente momento, melhor seria que a palavra fosse “instituições”, como parte do que o pensamento de seu tempo chama de “o grande sistema”.

Assim, ruirão o estado, a moeda, a escola, o governo, o trabalho remunerado, a certificação e a autoria, o comércio, as leis, a autoridade de poder e as nações constituídas. Outras estruturas se levantarão, desta feita não para cercear, mas para garantir a liberdade em seus mais verdadeiros fundamentos. Serão elas, essas novas estruturas, como que diáfanas, consolidadas no plano dos comportamentos, das atitudes e das percepções individuais e coletivas, nascidas não na mente, mas no coração, onde estão elas, desde os primórdios, delicadamente preservadas. Tão leves serão que só se manifestarão quando as necessidades ordinárias, relativas à vida comum, ou as necessidades extraordinárias, ensejadas por convenientes re-acomodações de tenções, se fizerem presentes. Sim, o País onde você nasceu (Brasil), como todos os demais, verão suas fronteiras internas e internacionais desaparecerem, até porque não passam de convenções, embora ainda necessárias.

Mas quando a vida na Terra se mostrar mais frágil do que já se encontra, delas todas não restará um metro sequer, pois ora o calor, ora o frio, ora os ventos e os tremores de terra, ora as águas doces, ora as salgadas, ora a fome, ora a abundância, sem qualquer aviso, determinarão outros valores aos grupos remanescentes entre todos os povos de todos os continentes. O aprendizado será definitivo, tão definitivo quanto aquele que ora acontece na intimidade de cada um, onde o medo, a alegria, o prazer, a dor, a solidão, a culpa, a tristeza, a raiva, a inveja, os ressentimentos e as mágoas, bem como o desejo de viver e de resgatar a dignidade e sua auto-estima, sem respeitar fronteiras, estão ensinando a você que você é um só, e não muitas partes, mas um só e indivisível SER, uma unidade inviolável e indestrutível, uma SEMENTE, um Hamna.”

Ben Haddad Bíbi, por Ben Daijih (Curitiba-PR 02 nov 2000)


 

REVELAÇÕES EXTRATERRESTRES

A HISTÓRIA DA HUMANIDADE E DO PLANETA TERRA

por Luiz Gonzaga Scortecci de Paula (Ben Daijíh)

Baseada numa coletânea de comunicações canalizadas pelo Autor ao longo de muitos anos. O texto, no entanto, está sujeito a revisões e aperfeiçoamentos à medida que o trabalho evolui. [Fonte]

(Versão revisada aos 06 de junho de 2005)

“À Verdade nada há o que acrescentar-se ou dela retirar-se. A questão é que ela, a Verdade, não vive mais na Terra e nem entre seus habitantes ela vive. Perdeu-se nos cantos onde foi malevolamente escondida pois, do contrário, se (ela) prevalecesse, nada sobraria para seus usurpadores. Mas fica tu sabendo, para sempre: Ela (a Verdade) vive perfeita (lá onde) VIVE o Coração de cada um e de todos. E esse recanto tem nome: “IAOM”.

Hámara Dídi (Interplanetário Dzariman), por Ben Daijíh 25 março 1987.

— Você sabia que são infinitos os mundos habitados por gente como a gente? Mundos girando em volta de estrelas, sóis como o nosso Sol, compondo galáxias e mais galáxias que, formando maravilhosos sistemas galáticos se fazem presentes no nosso e em outros infinitos universos?

— Por que esse assunto assim tão de repente?!

— Porque resolvi contar-lhe assim, sem mais nem menos, uma história que considero a mais importante de todas as histórias! Além disso, temos o fato de que chegou a hora dela ser contada! Se você preferir, entenda como uma espécie de “terapia”, uma terapia da Reinserção Cósmica”. Que acha?!

— Por que teria ela assim tanta importância?

— Por que ela é a nossa verdadeira história, a história da humanidade da Terra, a história do planeta Terra e de sua gente. Não a história oficial, aquela que vem sendo construída pela Ciência e os pesquisadores acadêmicos, contada nos livros escolares, mas uma outra: a história compilada e revelada por inteligências que não são terrestres e que têm participado de tudo, à distância e às escondidas, com uma visão bem mais abrangente do que a nossa.

— Mas, … por que às escondidas?!

— Bom, …não foi sempre assim. A partir de um certo momento, algo como uns 10 a 11 mil anos passados, cerca de uns mil anos após o chamado “Dilúvio Universal”, aproximadamente, essas inteligências tiveram de iniciar e concluir um programa para se afastarem aos poucos até manterem conosco uma relação assim, meio que sutil, velada, distante. Quer saber porque?

— Quero, … mas antes quero também saber quem são essas tais inteligências extraterrestres e como é que elas contaram para você esta história pretensamente verdadeira!

— Não contaram para mim. Contaram para todas as pessoas e o fizeram através de “canais“, os chamados contatados e paracontactados, “médiuns”, indivíduos que têm ou que desenvolveram — até por conta da ajuda de um ou outro grupo específico de ET’s — a capacidade de escutar o que teriam eles a nos dizer, a nos contar, de um modo gradativo e compreensível para nós. E é uma história que está longe de terminar. Há muitos detalhes ainda confusos, contradições, umas coisas meio que obscuras, indecifráveis, há grandes vazios também, mas ela não para de crescer, sempre apresentando mais novidades, à medida que vamos sabendo colocar nossas dúvidas de modo adequado, até porque muitas de nossas indagações não procedem porque partem de pressupostos completamente equivocados, falsos ou ingênuos, de concepções puramente locais, terrestres, sem fundamento cósmico, portanto! Uma espécie de quebra-cabeças sim, mas que cabe a nós, terrestres, montá-lo, ou remontá-lo, à medida que nossa consciência sobre essa matéria for aumentando!

— E como os ET’s escolheram essas pessoas para serem “canais“?

— Em razão da sensibilidade delas e do interesse que naturalmente desenvolveram sobre esses assuntos, às vezes vida após vida. Normalmente as pessoas estão ocupadas com seus cotidianos e aceitam, ainda que com mais ou menos reservas, o conhecimento ensinado pelas escolas e pelas religiões: aceitam a história oficial ou a versão científica da história. Mas existem pessoas que, interessadas em ver suas mais profundas indagações respondidas, vão atrás e acabam sendo sutilmente apoiadas em suas buscas. Pensam, meditam, pesquisam, lêem livros, artigos e ensaios de estudiosos e autores muito corajosos, escrevem, publicam, conversam sobre suas dúvidas com outros interessados, sonham com essas coisas e aí acabam conquistando o apoio de inteligências que vêm trabalhando, há tempos, para ajudar a humanidade terrestre a resgatar sua verdadeira história e sua verdadeira identidade cósmica, perdidas na memória das sofridas almas de sua gente, e isso tudo no meio desse verdadeiro caos de informações contraditórias que presentemente vigora, mais do que nunca!

— E aí os ET’s mandam um fax, um e-mail, uma carta… Como é que eles fazem contato? Seria telepaticamente, por exemplo? Como se ter certeza da procedência, ou mesmo da autenticidade do fenômeno??

— Em geral começam através de sonhos. Se o interessado é um médium ou uma médium (Iodi e Iodins), por exemplo, eles se comunicam mais ou menos diretamente. Podem utilizar-se de uma outra inteligência intermediária (Iodiráh), como uma pessoa já falecida e que se encontra lúcida e atuante numa dimensão compatível, ou um Ser hiperfísico, isto é, uma creatura humana cuja natureza é diferente da nossa, de tal sorte que ela não nasce no plano físico como nós, vive em sociedades paralelas à nossa, sociedades hiperfísicas, habitantes de uma Terra paralela, chamada por eles de Hámalla, expressão que quer dizer “mundo real”. É mais ou menos o mesmo que plano áurico ou plano astral. Podemos dizer que Hámalla é a dimensão astral ou áurica do nosso planeta Terra. Há médiuns videntes (Ioáh) que podem ver essas inteligências quando elas se apresentam num certo ambiente, ou um médium clarividente (Iombíbi), que vê tais inteligências dentro de sua “tela psíquica”, podendo conversar com elas, digamos, telepaticamente. Os médiuns de projeção ou projeciologistas (Moébis) costumam sair conscientemente de seus corpos físicos e conversar com ET’s pessoalmente, já que eles também sabem sair de seus corpos físicos, naturalmente, sem dificuldade. E tem mais: os ET’s, de um modo geral, também têm se comunicado, dentre outros meios, através de dispositivos especiais (Kíons, Dríbilis, Bébidis e Kóbdis) que eles implantam nas pessoas, em pessoas que já são conhecidas deles desde outras vidas, ou mesmo que são gente deles nascidas aqui entre nós para colaborar conosco, sabia?

— Espécie de “chip’s”?! Micro-telefones celulares avançadíssimos?!

— Isso mesmo. São mini-estruturas complexas, codificadas, em geral organo-metálicas e que se conectam, de alguma forma, com nosso sistema neurológico e com as dimensões superiores desse mesmo sistema, porque não somos um Ser apenas físico. Temos outras dimensões, como aliás, tudo o que há também tem. A dimensão física das coisas e das creaturas é a última delas, a mais densa e diferenciada, e a mais especializada também. Temos outras seis dimensões básicas, todas elas apresentando subdimensões também. Quer dizer: temos um corpo, ou um sistema sensório, melhor dizendo, em cada uma das sete dimensões do nosso universo. Todos os inumeráveis universos existentes têm sete dimensões básicas, três de ordem “superior” — Zaiálas — e quatro de ordem “inferior”, ou Dharans. Sete faixas vibratórias interagentes, todas elas repletas, sim, como antes dissemos, de subdivisões vibratórias! E tem mais: em cada uma das quatro faixas de ordem “inferior” podemos reconhecer largura, altura, profundidade e o suceder dos acontecimentos no espaço-tempo!

— E nas três faixas, freqüências ou dimensões de ordem “superior”?

— Nelas, a rigor, os conceitos de profundidade, altura, largura e tempo não podem ser aplicados. Nesses níveis as creaturas todas, de cada um de todos os Universos, digamos assim, apresentam um elevado grau de indiferenciação. Somos todos como um só feixe de consciência! Segundo a nomenclatura utilizada pelos ET’s, essas dimensões, ou “idades” (Vaiálas) como dizem eles, chamam-se Ahom, Bhi e Calla. Nossos sistemas sensórios nesses níveis chamam-se Ahom-zái, Bhi-zái e Calla-zái, respectivamente. A partícula sonora “zái“, nesse caso, quer dizer imortal, imorredouro, permanente, que está sempre a se renovar, ininterruptamente! Corpos que, digamos, não “morrem”!

— E os sistemas sensórios nas dimensões “inferiores” ou mais densas?

— Elas denominam-se Dhara-há, Ellai, Fhi-há e Gih, onde a partícula “” — que se lê “rá” — quer dizer que aquela dimensão é “conectora” e que, em razão disso, apresenta a particularidade de ser “vazia”. Nesses níveis não temos, como aliás coisa alguma tem, uma forma, um volume: nós somos e tudo é “energia”, pura “vibração”. São dimensões sem cenários e sem obstáculos, onde a navegação sideral avançada pode acontecer sem problemas! Alguns chamam tais dimensões de “hiperespaço” superior e inferior, respectivamente! Quanto aos nossos corpos ou sistemas sensórios respectivos chamam-se Dhara-dhan, Ellai-dhan, Fhi-dhan e Gih-dhan.

— Qual deles é nosso corpo físico? Gih-dhan??!

— Sim, Gih-dhan é nosso corpo físico. Fhi-dhan é nosso duplo-etérico ou etérico, também chamado de corpo fluídico ou eletrônico ou ainda corpo bioplástico ou “duplo-etérico”, uma “freqüência vibratória”; Ellai-dhan é nosso corpo áurico, emocional ou astral; e Dhara-dhan é nosso mental concreto ou corpo intelectivo, os territórios do que denominamos de nossa “mente”, onde está o que denominamos de “inteligência”. Este último também se encontra num plano ou dimensão sem cenários, ou “hiperespaço superior”. Nele tudo é “vibração”, complexas estruturas paraluminosas e caleidoscópicas! É um plano onde a navegação espacial é mais avançada ainda porque ela é como que instantânea! Nesse nível não caberia nem mesmo nossos conceitos de velocidade, por exemplo! Tudo acontece na velocidade do pensamento! Assim, Hámalla, a Terra paralela de que falamos anteriormente, é o corpo áurico, emocional ou astral da Terra, é o Ellai-dhan da nossa Terra! Todos os sóis e planetas físicos têm portanto, além dos demais corpos, seus respectivos ellai-dhans, compreendeu?

— Sim, compreendi! Nessa faixa vibratória ou dimensão viveriam os humanos que não têm corpo físico como nós, certo?

— Certo! Nela vivem os ditos “ellaianos”, creaturas às quais a doutrina espírita, por exemplo, denomina de “Espíritos de Luz” enquanto outras tradições os denominam de “heloins”. Há pois, povos e civilizações ellaianos, vivendo normalmente como nós vivemos. Nossos invisíveis “vizinhos” de Hámalla vivem numa dimensão como que paralela à nossa. Um espaço concomitante mas que não se mistura com o nosso! Para estarmos com eles pessoalmente basta que abandonemos nosso corpo físico e pronto: estaremos automaticamente ao lado deles, ou quase isso.

— “Quase isso”?! … “Quase isso”, por que?

— Porque presentemente não estamos podendo freqüentar Hámalla em todas as suas subdimensões vibratórias. Quando saímos de nossos corpos físicos ficamos restritos a algumas subfaixas, áreas temporariamente reservadas para nós, terrestres físicos da superfície planetária. Isso tem sido necessário porque estamos sendo alvo de um programa especial de recuperação. Somos seres tutelados, cuidados por humanos avançados dos quais descendemos e por outros mais que têm colaborado com esse projeto de resgate ou de “salvação”, como dizem as religiões.

— Faixas reservadas?!!!

— Sim, … faixas ditas Kaábas, que quer dizer “muradas”. São “umbrais” ou níveis, cada um deles programado para um uso específico. Essas áreas são o “Plano Espiritual” dos Cristãos Espíritas e o “Purgatório” dos Cristãos Católicos. Há subfaixas para nossos passeios noturnos, quando em geral descolamos involuntariamente de nosso Gih-dhan e saímos por aí com nosso Ellai-dhan; há também faixas exclusivas para os “projeciologistas”, isto é, para os que saem do corpo físico conscientemente; outras faixas mais para os que romperam com seus corpos físicos, isto é, para aqueles cujos corpos físicos morreram, e até faixas especiais para quem tirou voluntariamente a própria vida no mundo físico, os suicidas (Abjoins); além de faixas onde há espécies de cidades-clínicas, centros de tratamento e recuperação, núcleos de instrução e apoio, bases de resgate (Charas), e assim por diante. Há também, acredite, lugares onde ficam aqueles que não têm mais condições vibratórias para renascerem, pois se o fizessem, poderiam causar grandes confusões, uma vez que eles têm necessidades e hábitos incompatíveis com os padrões sociais já conquistados pelos vivos. Essas pessoas são chamadas de Gamójis, que quer dizer “protegidos para que possam renascer oportunamente”. São colocados a dormir sonos profundos para depois serem encaminhados para outros mundos onde poderão acordar, nascer em corpo físico e viver em sociedades mais de acordo com seu padrão vibratório ou níveis de consciência, e onde poderão continuar suas escaladas evolutivas sem prejudicar o ritmo dos outros. Fora das faixas reservadas há civilizações muito avançadas, embora algumas sejam diminutas demograficamente! Todas elas têm suas cidades, suas naves, enfim… suas vidas! Eles têm consciência de nossa existência mas nós, infelizmente, não temos consciência da existência delas. No máximo cultivamos lendas a propósito delas e tratamos os registros que se referem à existência dessas civilizações como simples imaginação de povos antigos, nossos “ignorantes” ancestrais!

— Compreendi! Muito incrível isso! Faz um certo sentido, … Mas… e os que dizem ter estado pessoalmente com um alienígena, a bordo de suas naves, fisicamente falando?

— Sim, são os “contatados”, já que os demais são denominados “pára-contactados”, pois se valem de recursos “paranormais” ou extrasensoriais para a troca de informações! Há muitos brasileiros que verdadeiramente experimentaram essa situação, esse contato físico como você disse. No mundo inteiro, além dos contatados, temos também os abduzidos, isto é, aquelas pessoas que foram levadas para o interior desses aparelhos, os ditos Vimanas, os Volitores, Chalandras, Montagens, Igai-mãns… são muitos os nomes atribuídos a esses aparelhos e numerosos os tipos utilizados!

— Eles, esses “abduzidos” também ficaram sabendo dessa história que você vai nos contar?

— Sim, alguns ficaram sabendo mais, outros menos, enfim: as experiências têm sido as mais diferentes possíveis, pelo menos nos resultados, nos aprendizados. Há experiências que até foram traumáticas para seus protagonistas e elas continuam a ocorrer, em todo o mundo, e para uma adequada compreensão disso precisamos evoluir ainda muito nossa atual visão das coisas. Os ET’s chamam os “abduzidos” de iô-kemís, que quer dizer “os que são periodicamente visitados”!

— E por que essa história se perdeu? Por que os ET’s esconderam-se da gente e só estão contando agora? É porque estamos no início de um novo milênio ou algo assim ??!

— Temos de ir por partes, você não acha?

— Acho! Concordo, sim, … E por onde a gente começa?

— Por onde eu comecei… e acrescentando uma informação muito interessante que esses povos do espaço nos trouxeram e que é a seguinte: sempre que um mundo, um planeta ou conjunto de planetas, vai dar um salto energético, um passo a mais em sua evolução, ele pode ficar inviável para muita gente que ali vive, para muitas almas que ali “vibram”, por afinidade, seus respectivos programas evolutivos. Essas pessoas, nessas condições, estejam elas vivas, cada qual em seu respectivo corpo físico, ou na dimensão paralela, elas têm de migrar, … têm de partir para outro mundo, outro orbe, eventualmente um planeta situado em outro sistema solar, ou mesmo numa outra galáxia! O que determina o destino de cada um é o padrão vibratório: semelhante atrai semelhante! É uma questão, sim, de pura afinidade. Portanto, cada planeta, de acordo com seu estágio evolutivo, tem lá sua faixa vibratória. Os mais avançados tem uma faixa estreita. Os mundos mais primitivos têm faixa mais elástica, mais aberta, alongada.

— Nos mundos avançados seria pequena a diferença de vibração entre os menos e os mais avançados, certo? Todos estariam mais ou menos no mesmo nível, não é assim? Minha idéia é correta?

— Isso mesmo! Assim, nos mundos menos evoluídos, costumamos encontrar seres avançados convivendo com seres muito menos avançados, fato que costuma abrigar muitos conflitos, gerando situações propícias à evolução de todos e de cada um. A Terra estaria numa condição, digamos, intermediária, embora o caso da Terra e seus tripulantes mereça explicações mais elaboradas. Nossa situação é bem particular e um tanto ou quanto complicada, diferente!!!

— Sim… mas Você dizia que os seres humanos, não podendo eles continuar num determinado mundo, migram em busca de um planeta mais compatível para que possam continuar a evoluir.

— Isso mesmo: mais compatível com suas necessidades evolutivas e com suas potencialidades também, pois todos temos, individual e coletivamente, funções cósmicas que nos são próprias e intransferíveis, digamos assim. Note que no entendimento extraterrestre não há o conceito ou a idéia de condenação, de separação do “joio do trigo”, de “juízo final”, “salvação”, ou coisa que o valha. Essa maneira de ver pertence ao passado. Já podemos evoluir nossa compreensão sobre isso e, aliás, a propósito de muitas outras coisas, pois agora já nos encontramos preparados para um outro estágio no entendimento da vida, da evolução, da existência, da divindade, da consciência e do cosmo! Estamos na iminência de contactar civilizações e seres avançadíssimos, de modo que precisamos estar preparados para tal. Será, ou pelo menos poderá ser, um momento maravilhoso e ele está muito perto de acontecer de acordo com as notícias que temos a respeito! Só não temos a data, o período no qual isso irá se dar! Por sinal, a rigor, ninguém sabe a data, até porque ela depende de um complexo sistema de fatores muito sensíveis, tão sensíveis quanto flexíveis, digamos assim! Mestre Sananda, o Jesus dos Cristãos, fez referência a esse fato quando afirmou: esse dia “… virá como um ladrão no meio da noite“. Disse-nos Ele que só Deus, a Lei, a Una Consciência Cósmica — IAOM — saberia a “hora certa” para essa “re-ligação”!

— Digo-lhe que, de alguma maneira, não vejo o momento disso acontecer! É minha opinião de “leigo” no assunto, mas isso até me emociona! Acho que há tanta coisa incrível para sabermos e para serem vividas e nós ficamos aqui, escravos de um monte de mentiras e num mundo que nos cobra muita dedicação e nos oferece bem pouco, cada vez menos. Sonho, por exemplo, em conhecer meu país e não posso: custa muito dinheiro. Sonho conhecer o planeta no qual nasci, com todas as suas maravilhas e mistérios, com todas as suas gentes, e não posso: precisaria de mais tempo ainda e mais dinheiro! Talvez um dia eu consiga, mas a que preço? Sobra a impressão de que tenho de pagar por um direito, pois acho que prerrogativas desse tipo não nos devia custar dinheiro. Podíamos ter um modelo de sociedade diferente, onde uma coisa assim, dentre outras, fosse naturalmente possível para todos os seus habitantes, em algum momento de suas vidas!

— Será assim. A creatura humana tem o direito de conhecer o Cosmo inteiro e isso não custará mais que uma sadia curiosidade espiritual. A sociedade que desenvolvemos tem defeitos muito graves, por isso não perdurará. Nos impomos um sistema que nos escraviza a ele mesmo: foi uma maneira de cobrarmo-nos um certo grau de responsabilidade conosco e com o próximo enquanto evoluíamos nosso nível pessoal e coletivo de consciência! Esse sistema de coisas sofrerá grandes transformações proximamente e isso está para acontecer porque ele está no seu limite: tira de nós mais do que tem sido capaz de nos proporcionar, embora hajam aqueles que não acreditam nisso e que por essa razão pensam de modo contrário. Podemos dizer, sem exageros, que ele tira-nos a vida, ou nos tira da vida! De qualquer forma foi a sociedade, ou melhor, o modelo de civilização que fomos capazes de conceber, implantar e manter. Ela não deixa de ser um retrato de nosso real padrão vibratório: temos muitas coisas boas mas o contrário também é verdadeiro! Agora, dentro de pouco tempo, estaremos começando a navegar uma região cósmica de mais elevado padrão vibratório, recebendo influências, digamos, “mutantes”, de modo que sistemas vibratoriamente primitivos, como o nosso, vão se mostrar incompatíveis com ela e se desmancharão como que por si mesmos para dar oportunidade a modelos mais avançados. É assim que funciona! É como se o Cosmo e, em particular o nosso universo, tivesse um vigilante sistema imunológico: em regiões avançadas não entram sistemas primitivos! Eles são filtrados: só passa para o novo lado aquilo que é vibratoriamente compatível, aquilo e aqueles que vão poder beneficiar-se do novo padrão e que vão poder trocar energia com o novo padrão. Verifica-se uma espécie de remanejamento para que continue perfeita a economia do grande sistema!

— E aí… o que aconteceu?

— Havia uma galáxia chamada Mhora. Uma galáxia muito pouco diferente da nossa Via Láctea. Dentre as milhares de estrelas que Mhora abrigava, ou melhor, que abriga, pois Mhora ainda existe e passa muito bem, até porque nossos astrônomos a chamam de Andrômeda (!)… vamos encontrar três estrelas muito especiais para nós, todas elas carregando sua corte de planetas e muitos desses planetas carregando suas luas, seus satélites naturais.

— Quero anotar os nomes dessas estrelas e de seus planetas e luas, caso você os tenha… Posso??!

— Pois não, naturalmente! Anote aí, mas saiba que essas denominações não são astronômicas, mas de caráter mântrico, certo? São denominações que “vibram” a energia desses mundos, compreendeu? Vamos lá, então:

(1) estrela Záira: planeta Kerát, com suas sete luas “sagradas”, quais sejam: Védia, Vidha, Vira, Cebi-lenne, Taáladha, Tih e a diminuta Céia-Mih;

(2) estrela Zir: planetas Giso, Romat e o não esférico Iki;

(3) estrela Óki: planetas Melbíbenes, Mol, Massá e Mol-lli, este com seu grande satélite Pídium, maior que nossa Terra!

— Bom; … está anotado! … Incríveis esses nomes, … sonoros, … estranhamente familiares, … Obrigado! E aí …

— Pois bem, continuando: aconteceu que uma boa parte dos onze povos que habitavam oito desses planetas tiveram de partir em busca de regiões mais favoráveis a suas evoluções física e espiritual. Eram povos relativamente avançados. Dominavam incríveis fontes de energia, navegavam o espaço hiperfísico com naves semelhantes a discos, esferas, chapéus e charutos voadores, construíam cidades extraordinárias, físicas e não físicas, e apresentavam dons magníficos, como o da telepatia, a capacidade de saírem conscientemente de seus corpos físicos para trabalharem nas dimensões paralelas de seus mundos físicos e tinham a capacidade de promover a regeneração celular acelerada, o que permitia a eles, dentre outras coisas, terem uma saúde extraordinária. Os materiais que precisavam eram fabricados por microorganismos modificados e controlados, de modo que não precisavam mais realizar, pelo menos em larga escala, a extração de minérios e de madeira, por exemplo, nem de gás ou petróleo. Viviam harmoniosamente segundo um modelo Yin de organização social (matriarcado avançado ou Rama-Maens) e boa parte do que necessitavam no cotidiano já haviam sido transformada em registros pára-eletrônicos, de modo que as utilidades podiam ser acessadas mediante um simples comando: elas “materializavam-se” imediatamente! Depois de se servirem delas, comandavam a “desmaterialização”, digamos assim, e pronto. Com isso economizavam materiais e não geravam lixo ou resíduos inconvenientes. Algo parecido com nossos arquivos eletrônicos: ficam na memória do computador e mediante um simples comando nós o materializamos em nosso monitor ou, quando necessário, materializamos no papel, via nossas impressoras! Pois bem, de resto, eram gente como nós somos, pois a creatura humana não é de origem terrestre. Os humanos são creaturas cósmicas, existem em todos os universos, do jeito que somos aqui na Terra, são parte da fórmula ou da equação do Cosmo! Não são tão grandes assim as diferenças morfológicas, até porque essa nossa forma resulta da mesma “equação” e ela é parte de nosso “espírito”, de nossa “mônada”, de nossa “centelha” ou “essência”, como preferir. Somos assim porque essa é nossa “fórmula”! Quando uma nova humanidade acontece num planeta qualquer, mesmo que ela não tenha contato algum com outras humanidades, seus indivíduos vão apresentar um padrão morfológico semelhante ao nosso! Existem, segundo nossos Irmãos do Espaço, 144.000 “raízes” ou “estirpes” ou “linhagens puras” de raças humanas sexuadas! Bom que se diga que só muito raramente se desenvolve uma estirpe “pura” e, se acontece, ela tem de buscar rapidamente a miscigenação pois, do contrário, tornar-se-á muito vulnerável psico-genético-biologicamente, se me permite a expressão. Normalmente os planetas que servem de ninho para suas respectivas humanidades apresentam condições para que a creatura humana “potencialize” elementos de várias estirpes, ainda que com o predomínio de uma delas, chegando a constituir raças bastante específicas, ou até inéditas!

— Tudo bem, entendi… mas existem uns ET’s pequeninos, com cabeças e olhos grandes, “magrelos” e delicados, outros assim meio esquisitos, peludos, com garras e prezas, não é verdade? Eles têm sido vistos por aí, e até filmados, fotografados e capturados pelos serviços especiais de inteligência que acobertam na Terra esses acontecimentos!!! E quem seriam esses tipos?

— De fato. Eles são, genericamente, os Djínas — ou “Djím-nas“, para ser mais preciso — termo que significa “mediadores” ou “intermediários” e, em alguns casos, algumas raças mais avançadas de Gueberones, esses conhecidos também por “Abissais“, ou seja, que habitam as profundezas, seres que antecedem aos Djínas nas escalas evolutivas física e espiritual. Tais raças de Gueberones mais avançados são reconhecidas sob a denominação de Duílis. São abissais bípedes, hermafroditas como os Djínas e que habitam em curiosas “cidades” plantadas na crosta dos planetas, nos mundos subterrâneos: são os famosos “intraterrestres”! Gueberones e Djínas podem ser considerados humanos também, pois a humanidade, como dissemos, é cósmica e não começa com o nosso tipo. São humanos sim, embora, é verdade, não sejam ainda como nós, individualizados. Eles são meio que alma-grupo, entende? Funcionam meio que coletivamente, como um cardume, uma colméia, um cupinzeiro ou um formigueiro. Evolutivamente, os Djínas são nossos antepassados, assim como os Gueberones são os antepassados dos Djínas! Os Djínas mais avançados estão quase por individualizar-se. Cada Ser já possui uma personalidade bem característica. Isso acontecendo, começa a etapa evolutiva na qual nos encontramos, nós humanos sexuados, habitantes da superfície dos mundos! Somos ditos Amaianos, quer dizer, “apartados”, ou seja, sexuados! Cada homem tem sua mulher e cada mulher o seu homem, digamos assim. São as contrapartes, o que muitos conhecem, equivocadamente, sob a denominação de Chamas ou Almas Gêmeas, essa parte de nós que todos, de alguma forma, vivemos a buscar, embora ainda na base da tentativa e erro! Presentemente, na Terra, raros são os casais cósmicos que se encontram e mais raros ainda os que têm consciência de que são, um do outro, a outra metade! Mas esse tema deverá ficar para depois, caso contrário nossa história vai ficar muito fragmentada, não é mesmo?

— Tudo bem, é certo, mas como explicar o fato de que os Djínas demonstram ter tecnologia mais avançada do que a nossa?! Eles não seriam espiritualmente mais primitivos?!

— Quando a creatura humana, ainda nos mundos subterrâneos, deixa a fase Djína e passa para a nossa fase, a fase Amaiana, acontece um grande retrocesso em termos de civilização material. O novo Ser é bem mais complexo e completo, é verdade, mas tem de começar tudo de novo, pois desenvolverá um modelo de sociedade muito diferente para si, distante do padrão Djína, que nos pareceria totalmente inadequado. E no caso dos terrestres, sofremos, no passado, um segundo retrocesso, digamos assim, por conta de grave acidente solar, além do que tivemos de adotar, ao virmos para a Terra, um padrão genético-biológico “híbrido”: temos, fisicamente, genes animais, inclusive! De qualquer forma, oportunamente, voltaremos ao assunto para que você possa ter explicações mais detalhadas, certo? Volto a insistir que será melhor não fragmentarmos muito nossa narrativa!

— Também penso assim, concordo, de modo que eu gostaria de voltar ao assunto perguntando o seguinte: esses onze povos, desses oito planetas, dessas três estrelas da galáxia de Mhora, eles eram do nosso tipo?

— Sim, precisamente! Seres individualizados e sexuados como nós somos, homens e mulheres! Partiram assim, homens e mulheres, com suas naves, levando muitos conhecimentos e votos de muito boa sorte! Partiram conscientes das escolhas que fizeram. Decidiram, não sem alguma dificuldade, porque o consenso não foi, digamos, total, e partiram para uma outra galáxia, uma galáxia vizinha à de Mhora. Ela chamava-se Lútzia, ou melhor, chama-se Lútzia! É a nossa Via Láctea! Quanto às discussões que haviam, ficavam por conta, principalmente, do fato de que Lútzia, embora vizinha, há algumas centenas de anos-luz de distância física, pertencia a um outro universo! Ou melhor: ela pertence a outro universo!

— Outro universo? Mas não existe apenas um universo??!

— Os ET’s entendem de uma maneira diferente. Explicam eles que existem, na verdade, inumeráveis universos, uns mais e outros menos amadurecidos, alguns em formação e até outros em processo de rápida extinção, enquanto outros mais têm permanecido estáveis, auto-alimentados há muito tempo. Eles registram, inclusive, universos com má formação congênita, você acredita? Segundo nossos Irmãos do Espaço os universos assemelham-se a gigantescas “bolhas de sabão”, …

— Como essas sopradas pelas crianças em canudinhos com água e sabão?!

— Precisamente! Agregados uns aos outros formam um aglomerado gigantesco ao qual os ET’s emprestam o nome de Kaom, termo que quer dizer, precisamente, “cacho da videira celestial”. Ou seja: Kaom lembra muito um imenso cacho de uvas e situa-se num grande vazio, um espaço primordial único que nossos Irmãos Extraterrestres denominam Ahoé, que quer dizer “grande coração”! Dizem eles que existem outros aglomerados, menores que Kaom, e que teriam dele se afastado no passado, mas que o macro-sistema Kaom é, de longe, o maior e o mais completo, porque ele abrigaria o primeiro dos universos, dito universo central, de nome Daramar, ou Dára-Hamar, que quer dizer “aquela morada onde habita a Divina Palavra”, o Som primordial, ou “A Casa de Deus”. Todos os demais universos derivaram de Daramar, são como que filhos dele. Dentre os aglomerados de universos que se descolaram e se afastaram de Kaom, o único que poderia ter alguma importância para nossa história é o aglomerado de Dumbô — ou Duamáh-humbôt — que quer dizer, “ilhado”, ou “isolado”. Dumbô inspirou-nos a praticar uma série de medidas para que não nos desconectássemos do complexo de Kaom. Por isso ele é, de alguma forma, importante também para a nossa história!

— Quer dizer, resumindo: a galáxia de Mhora é de um universo e a nossa Via Láctea, ou Lútzia, é de outro universo, ambos integrantes de Kaom, e tudo dentro do grande vazio que é Ahoé: confere??!

— Confere! Mhora está no universo de Admá-Aron, que é nossa “casa original”, e a galáxia Lútzia, nossa Via Láctea, está em Maramaiãn que, por sua vez, podemos dizer, é nossa “terra prometida”! Por sinal, valeria adiantar a Você, que temos mais um outro universo próximo, que é Goraiãn, também chamado de Kaamar. Os três estão entre si conectados e ligados a Kaom através de um universo “ponte”, chamado Ahom-Ki que, pelo lado de Kaom, está conectado diretamente a oito outros universos! Esse mini-sistema de doze universos ao todo, todos eles articulados entre si pelo universo ponte de Ahom-ki, chama-se “Rorai“, quer dizer, “abraço”! Esse seria nosso endereço dentro de Kaom! Vale dizer que Rorai mais aparece um apêndice de Kaom!!!

— Incrível! E depois??! Os onze povos migraram de uma galáxia para outra, isto é, de um universo para outro, não é mesmo? E daí? Esses povos têm nome?

— Sim, eles têm nomes, é claro! Anote aí que vou relacioná-los, lembrando sempre de que esses nomes são de caráter mântrico, nos reportando à “vibração” desses povos. Seriam, digamos, nomes que nos permitem acessar, sempre que necessário, suas “energias”, o espírito dessas gentes! Vamos lá:

(01) Marions, com suas raças de brancos, ruivos e morenos (Gibdonis, Benképs e Saédis, respectivamente), com altura média entre 190 a 210 centímetros. Eram, de longe, os mais numerosos!

(02) Maroins, muito alvos e de olhos cristalinos, cabelos branco-prateados, seres que, inclusive, foram aqueles que estiveram com o bíblico Lot, quando anunciaram o fim de Sodoma e Gomorra, por intervenção intraterrestre;

(03) Maísarins, pele morena avermelhada, média estatura, fortes e com cabelos muito lisos entre negros e castanhos, usados longos;

(04) Maiálirans, os gigantes cor de mel e olhos amarelos, amendoados, que na Terra geraram descendentes com até quatro metros de altura!

(05) Maiámirins, morenos tipo hindu, com cabelos e olhos acinzentados, cor de chumbo, e aspecto magro e atlético;

(06) Mariésarins, os tipos “nazarenos”, de pele suavemente amorenada e cabelos cor de amêndoa, cabelos lisos e longos, aloirados, e com barba;

(07) Miúras, negros jambo, fortes e atléticos, de estatura média entre 190 e 210 cm, e sem cabelos;

(08) Miurains, negros azulados, altos (210 a 230 cm), de cabelos lisos e curtos; olhos entre esverdeados e amarelos;

(09) Murisas, muito brancos, quase albinos, de elevada estatura (220 a 240 cm), com cabelos aloirados, do tipo negróide, e olhos azulados;

(10) Moás, os cíclopes, com um só olho trino, no centro da caixa craniana, altos e muito fortes, musculosos mesmo; e os …

(11) Moálirãns, muito altos, mais de 230 cm de estatura média, magros e esbeltos, olhos cintilantes, peles brancas cor de pérola, e sem pelos!

— Sensacional! Daria até para fazer uma espécie de retrato falado de cada um deles, não é mesmo? E qual era o grupo mais numeroso?

— Os de número um, dois e seis, isto é, os Marions, os Maroins e os Mariésarins representam, demograficamente, a esmagadora maioria. Algo como uns 64% do total, ou mais, estima-se. Não há dados precisos sobre tal matéria. Alguns outros pequenos grupos etnicamente diferentes, também se juntaram à comitiva. Eram os Kolimarãns, os Kolaras e os Zeritroãns, estes, inclusive, geneticamente muito modificados!

— Sim; tudo bem… mas e daí?!!! Continuemos a história! (NOTA: a partir desta indagação o texto adiante apresentado ainda não recebeu os ajustes da última revisão / Grato — Equipe de Revisão 2005 / ABDA)

— Pois é! Tudo seria diferente, mais simples, se Mhora e Lútzia fossem do mesmo universo. O fato dessas galáxias pertencerem a universos distintos, embora com espaços em comum naquela região, obrigaram os onze povos a buscarem uma “adoção” cósmica, uma “transmigração”! Podemos também entender como uma operação de “enxerto”, como fazemos com as plantas. Podemos plantar uma muda de limoeiro num tronco de laranjeira, não é certo? Esses onze povos, ditos Homaras, que quer dizer “estrangeiros bem vindos”, ou simplesmente “estrangeiros”, precisavam lançar novas raízes para serem adotados energética e evolutivamente por Maramaiãn. A conexão que tinham com Admá-Aron seria substituída por uma conexão com Maramaiãn. Atrelados a Maramaiãn, passariam a ser como que filhos adotivos dele. Isso é mais uma evidência de que o reino humano é um só, cosmicamente falando. Há perfeita compatibilidade: um filho de Admá-Aron pode ser filho também de Maramaiãn, sem problemas! É verdade também que, mesmo sendo originado num determinado planeta um ser humano pode conectar-se a um outro planeta e lá continuar seu programa evolutivo espiritual, sem interrupções! Os Espíritas Kardecistas chamam isso de migração de almas de um orbe para outro! Embora o processo tenha lá sua mecânica, ele é algo relativamente simples de compreendermos, não é mesmo!?

— Interessante, mas, então… eles escolheram a Terra?

— Não, ainda não! Uma grande caravana espacial partiu de Mhora, das estrelas de Záira, Zir e Óki ou, mais precisamente, como vimos, de oito de seus inúmeros planetas. Aceleraram suas imensas naves-mães, com mais de 52 km de diâmetro ou, no caso dos “charutos”, 16 Km de comprimento, repletas de gente, numa espécie de grande comboio, e partiram. Esse dia tem nome: chama-se Assári, ou dia da Grande Partida, da partida em massa! De repente, eram pura luz, pura energia, navegando silenciosamente o planos etéricos compartilhados de Admá-Aron e de Maramaiãn, os vazios do plano Fhi-há, como há pouco lhe contei, uma dimensão sem obstáculos onde tudo o que existe é apenas uma energia, uma vibração, sem forma: um plano sem cenários, aberto: uma fantástica imensidão vazia! Muitas vezes mais rápidos do que a luz, seguiram elas, as naves! Muitos seres vieram com seus corpos físicos, seus “corpos originais”, ou Ágira-madhans na linguagem do espaço, mas a maioria veio sem eles. Viajaram apenas com seus corpos “astrais” ou “áuricos”, ditos também corpos ellaianos, como vimos, quer dizer, com seus Ellai-dhan’s, não é mesmo?! Está lembrado?

— Sim, sim… lembro-me desses nomes. Mas, quantos eram ao todo?

— Não sabemos. Há indícios de que esse número seja perto de oito bilhões de almas, aproximadamente um terço da atual população espiritual da Terra, que comportaria uns 24 bilhões de amaianos, dos quais, presentemente (1999 d.C.), temos uns seis bilhões no mundo físico, segundo as estimativas das Nações Unidas (ONU), ocupando corpos físicos (Gih-dhãns) emprestados à nossa querida, embora pouco respeitada, “Mãe-Terra”.

— Tudo bem, de fato, você tem razão quanto à questão que vem sofrendo nossa “Mãe Terra”… mas, e depois?! … Isso bem que daria um belo filme!!!.. (risos).

— Pois bem; continuando, para não perdermos o fio da meada: num tempo equivalente a umas poucas dezenas de dias de viagem, aportaram num dos mais lindos dos sistemas solares de Lútzia, essa nossa ainda desconhecida Via Láctea: aportaram no sistema solar de Sírius, ou Aridon, segundo os ET’s! A comitiva de representantes, presidida por um “triunvirato”, desceu no Planeta Nada numa linda nave prateada, chamada Mákkia, que quer dizer “Impecavelmente Brilhante”! Foram recepcionados pela alta hierarquia de Nada, um planeta feito de tons de branco, prata e azuis muito claros. Pouco tempo depois os Homaras foram apresentados, em ato solene, àquele que dirigiria todas as etapas do Grande Plano de Transmigração a partir daquele momento: Itza Omhábi e sua contraparte espiritual feminina, Madjilla-Súh, seres incompreensivelmente avançados para nós! São eles nossos grandes Mentores, aqueles que as tradições conhecem, dentre outros, sob os nomes de Jesus de Nazaré, ou Mestre Sananda, entre os Esotéricos e Ocultistas, e a bíblica Maria Madalena que, vale destacar, já nasceram muitas vezes na Terra. Sim, Jesus e Maria Madalena, creaturas sobre as quais, em realidade, pouco sabemos, tão grandes foram as deturpações que tais identidades sofreram ao longo da história terrestre, em função dos muitos interesses pouco “divinos” que se formaram em torno de suas missões. Eles são os mentores, e serão até o fim, do plano de transmigração que, mais tarde, ampliado nas suas metas, viria a chamar-se Báki-Tídi-Ária, ou seja, “O Grande Acordo”. Tem eles dois, o casal, toda a autoridade e ela jamais foi ou será questionada ou contestada, pois eles são intermediários de um Ser Crístico da mais elevada hierarquia, um Ser ligado diretamente ao Alfa-Ômega de nosso novo universo, ou seja, ligados diretamente, através de Maramaiãn e de Ahom-Ki, o universo-ponte, ao universo central do sistema Kaom, o gigante Daramar, com vistas a se garantir total sucesso à empreitada. Esse SER, o Cristo Cósmico, os Espaciais mais evoluídos o denominam sob o sagrado mantra de OH-HAMNA-NAHÁ “OUDHAMÁ-MAEL”, um nome especial sob todos os aspectos.

— Reveladora essa passagem! Muito reveladora mesmo!!! E depois?! Os Homaras vieram para a Terra?!

— Sim, mas as coisas não foram tão simples assim! Muitas reuniões e conferências aconteceram naquela época e lugar, no Planeta Nada, onde estavam vivendo Itza Omhábi e Madjilla-Súh que, só para recordar, são procedentes do universo de Ahom-Ki, o universo “ponte”, nossa conexão com Kaom e, desta maneira, com o Universo Central, Daramar. Aliás, é por essa razão que Jesus nos dizia à época de sua missão na Galiléia, que ele é o caminho para nossos Pais Celestiais, nossos Pais Cósmicos. Só através dele chegaremos a conhecer o foco original de tudo o que há, desde o Princípio do Princípio, o ponto Alfa & Ômega de tudo o que há, do Cosmo: o Olho de IAOM e também algo como o centro de nós mesmos, de cada um de nós todos! E foi numa dessas maravilhosas conferências de sábios e avançadas ciências e tecnologias que os Homaras, através de seus Superiores, os casais conhecidos pelos nomes de Zahára & Ellah, Zeziãn & Zoéh e Zazir & Uma-Marráh, foram informados da existência de At-Má-Hás!

— At-Má-Hás?! Quanto nome complicado!! Certamente vamos precisar de um glossário para guardar todos esses mantras!!!

— Sim; …Esse nome, At-Má-Hás, quer dizer “arrancado pela raiz”. At-Má-Hás é um corpo celeste que, originário de um terceiro sistema solar, de lá foi, depois de haver perdido sua humanidade original, arrancado por um incidente local e lançado no espaço, tendo sido capturado artificialmente pelo planeta Aviz, um dos planetas gigantes do sistema solar de Sírius, onde orbitou como seu satélite por muito tempo, tendo servido para muitos e muitos usos, inclusive para gerar e desenvolver espécies vegetais e animais diversos. Por falar em Aviz, que orbita até hoje a terceira órbita do complexo solar Sirius A, B e C, ele é um belíssimo planeta, inclusive, e muito grande, e onde existem apenas nove cidades gigantes, sendo Jadhá sua iluminada capital, quase toda subterrânea e plantada meio a grandes cadeias de montanhas! Aviz é um mundo muito especial!

— Você poderia me dar mais detalhes sobre o Sistema Solar de Sírius, o Aridon dos Extraterrestres!??

— Sírius é um sistema solar que apresenta na verdade três “sóis”: dois vivem hoje uma condição que nossos astrônomos chamam de estrelas e um outro é “cego”, quer dizer, é visualmente pequeno e não tem luz própria. Carregam muitos planetas, sendo alguns muito grandes e outros diminutos. Os mais importantes são Dabóh, Bebeãn, o planeta Aviz do qual lhe falei há pouco, Goduãn, Kiv, Báki, com seu iluminado satélite Milla,… Nada, onde vivem Itza Omhábi e Madjilla-Súh, Bereãn, Daóh-dherí, e o gigante Kéfih, que chega a ser algumas vezes maior que nosso Júpiter! Os outros seriam diminutos, além de, astronomicamente, estarem como satélites de alguns dos gigantes locais!! Entre os de grande porte, todos têm no mínimo uma lua, um satélite natural. Orbitando o planeta Aviz haviam ainda, na época da chegada dos Homaras no planeta Nada, quatro “luas”. A quinta lua, a maior delas, havia partido, ou melhor, havia sido expulsa do paraíso, e seu nome é At-Má-Hás!

— O que aconteceu a ele, a At-Má-Hás, o quinto satélite de Aviz?

— Aconteceu o seguinte: é que Aviz é um planeta-sede de um gigantesco império do tipo Sudi-Vaens, sociedades extraordinárias, como que perfeitas, fundadas nos princípios do masculino (Yang), ao contrário do tipo Rama-Maens, pautados nos princípios do feminino (Yin), sociedades matriarcais, e que não se organizam em impérios e não fazem guerras de conquista, por exemplo, e que são, embora sob outros valores, igualmente perfeitas. Só para lhe adiantar, afirmo-lhe que os povos Homaras tinham sociedades do tipo Rama-Maens. Mas, voltando ao assunto, Aviz já era um império pacificado. Não submetia mais outros povos e nem realizava guerras de conquista, nem mantinha mais escravos e planetas penitenciários, como chegaram a fazer, há muito tempo atrás! A raça demograficamente dominante na sede era muito parecida fisicamente conosco: Gibdônis, ou seja, “da cor da luz do dia”, isto é, de pele branca. Eram apelidados de Kaápas, ou seja, conquistadores ou “guerreiros”! Mas nem todos eram conquistadores de fato, pois esse apelido era dado apenas àqueles que apresentavam em suas formulações genéticas uma informação artificialmente implantada denominada Frai-ki, uma “chave guerreira”. Com a pacificação do império de Aviz resolveram reunir todos os Kaápas remanescentes, alguns deles então servindo em muitos planetas fora do sistema solar de Sírius, e retirar deles a “chave guerreira”, isto é, retirar Frai-Ki, pois ela havia se tornado inútil, ou desnecessária, ou mesmo perigosa! Avançados laboratórios e cidades clínicas foram edificadas no satélite At-Má-Hás para “arrancar pela raiz” o implante genético que garantia artificialmente àquela gente a perpetuação de sua índole guerreira. No entanto, ao se verem juntos, muitos passaram a divergir, veementemente, da idéia de perderem Frai-Ki, à época reduzido quase a um “título honorífico”! Reunidos numa assembléia mágica, para discutirem o assunto entre si, os Kaápas acharam por bem, revoltados que estavam, com os ânimos fortemente exaltados, criar um “ente” para governá-los segundo uma determinação própria, diferente daquela estipulada pela Alta Hierarquia de Aviz: criaram Gibdi-Bába-Ór e entronaram-no com sucesso! Isso porque, nas sociedades Sudi-Vaens (Yang) os sistemas de governo seguem um esquema assim, como o descrito: os governantes são “entes” criados por uma cúpula de sábios, “entes” esses, ditos Hork’s, que até chegam a encarnar entre eles ou se manifestar através de certos sacerdotes escolhidos entre os sábios do Conselho.

— Criaturas artificiais, sem espírito… ou cujo espírito seria a própria coletividade que lhe deu a vida…

— Sim, isso mesmo, perfeitamente. Com o passar do tempo, os Kaápas, então todos já isolados clinicamente em At-Má-Hás, então já apelidados de Simaós, quer dizer, apelidados de “contaminados”, verificaram, entretanto, que os Sábios de Aviz haviam introduzido, sutil e clandestinamente, “mutações” nas complicadas programações projetadas para Gibdi-Bába-Ór!!! Clandestinamente sim, tentaram levar aos Simaós, digamos, “um pouco de luz”, algum discernimento, para que desistissem da idéia de perpetuar a “chave guerreira” em suas constituições, pois a idéia era literalmente explosiva!! O ente Gibdi-Bába-Ór havia sido sigilosamente transformado num “Portador da Luz”, quer dizer, num “Lúcifer”, pois esse é o significado desse nome! Muito espertos que eram, desconfiaram dele os Kaápas e isolaram-no, indignados, afrontando o poder central do império! Gibdi-Bába-Ór, “estranhamente”, já não era o mesmo! Aviz reagiu, naturalmente, mas não teve sucesso, pois, no final, prevaleceu entre os que integravam a cúpula dirigente de Aviz a idéia de “condenar At-Má-Hás ao exílio” como um caso “sem jeito”! O plano era expulsar o satélite do “paraíso” e mandá-lo para um outro sistema solar, bem distante dali, com todos os Simaós e suas lideranças a bordo e ponto final! Nesse ínterim, uma luta interna visando estabelecer um esquema de liderança e poder locais, até mesmo para enfrentar Aviz, havia crescido e se radicalizado tanto que acabou por levar a morte a tudo e a todos em At-Má-Hás, surpreendendo todos os planetas de Sírius! Foi uma aniquilação total, uma guerra amplamente suicida, terrível em todos os sentidos, sob a liderança de um deles, um tal chamado de Baóbi-Kôro, e que viria a ser conhecido depois, na Terra, por Kommo, o “Anti-Cristo”, isso em razão dos planos que ele traçou para resgatar o satélite At-Má-Hás para seu projeto, ou seja, para sediar o início de um novo império galático, belicista, escravagista e expansionista, nos moldes do originalmente agressivo império de Aviz. Quer dizer: a primeira conquista dos planos de Baóbi-Koro é, até hoje, submeter a Terra aos seus propósitos! Pois bem, … um dia esse líder afirmou: “Eu sim, sou Lúcifer!” (O Portador da Luz). Numa segunda oportunidade, reafirmou: “O nome de Lúcifer doravante é Baóbi-Kôro!” Esse é o “Lúcifer” das religiões, o obreiro das coisas “luciferinas”: um guerreio enlouquecido pelo poder, a ganância, a prepotência e a suprema vaidade! Enfim, uma triste realidade.

— Bom… diante do acontecido, não pensaram duas vezes: tiraram At-Má-Hás de órbita e mandaram ele e sua gente para o espaço, literalmente falando!

— Foi o que aconteceu! Aviz não tinha outra alternativa, pelo menos naquele momento, embora houvesse, entre eles, quem discordasse daquela medida meio que radical! Itza Omhábi e Madjilla-Súh, por exemplo, dentre outros iluminados seres que por lá transitavam, quando consultados à época, posicionam-se contra a medida. Seu empenho para que a operação de expulsão não fosse tomada foi enorme, mas o radicalismo, também do lado dos sirianos de Aviz, prevaleceu. Foi quando o casal, enfim, vendo que muito pouco mesmo havia para ser feito, tomou para si a responsabilidade cósmica de redirecionar os destinos de toda aquela gente, mesmo que ela eventualmente não tivesse sequer interessada nisso! Assumiram, Itza Omhábi e Madjila-Súh, a cada um dos Simaós, como seus filhos, como suas “crianças”, ou Maába-lili’s, que quer dizer “adotados”, ou melhor, “ex-órfãos”! O fato é que, no final das contas, At-Má-Hás fez, sim, uma longa viagem, assessorada pela avançada tecnologia dos Mohás, os cíclopes gigantes que dominam a tecnologia do remanejamento de sistemas solares. Eles são extraordinários! Ao longo do tempo dessa viagem sideral entre os sistemas solares de Sírius e do Sol, através de uma “dobra espaço-temporal” chamada Kira, que quer dizer “caminho oculto”, aquele corpo celeste errante foi conhecido pelo nome de Ali-Éme, ou seja, “aquele mundo que “escolheu” ou foi posto a viajar”! Não há informações sobre quanto tempo teria levado tal viagem, até porque a questão do tempo, diga-se de passagem, é um capítulo à parte! Mas tudo bem, At-Má-Hás já havia vivido situações um tanto ou quanto parecidas, no seu passado, como já lhe adiantei há pouco. Ele também não foi originado em Sírius, como já registramos! Veio de mais longe ainda e foi, na sua origem, um lindo planeta, maior do que é a Terra hoje, quase todo coberto de mares salgados como os nossos oceanos de hoje, cheios de mamíferos marinhos estranhos e animais muito grandes, nossos “sauros”, entre vivíparos vegetarianos, ovíparos carnívoros e mamíferos marzupiais, que para lá teriam sido transplantados de outros mundos pelos seus habitantes originais, os Araués (Ará-Humnéus), que quer dizer “aqueles (povos) dos quais não se têm mais notícias”, os verdadeiros “nativos” desse mundo que hoje é a “nossa” Terra, como veremos. Depois do fim de sua gente original, que dele partiu sem deixar vestígios significativos, Junnáh, como era chamado aquele mundo, teria ainda sido palco de muitas outras coisas, inclusive abrigo de bases espaciais de povos em guerra e de alguns catastróficos acidentes astronômicos e ainda de estufas gigantes para desenvolvimento de plantas e animais diversos, padrões exportáveis para múltiplos destinos! Toda a sua conturbada história, infelizmente, deixou seqüelas, embora poucos e sutis testemunhos, ora espalhados por aí, no mínimo causando confusão à mente dos nossos cientistas e pesquisadores! Tudo bem! Um dia tudo se esclarecerá!

— Sem dúvida; … essa conversa está simplesmente incrível, na verdadeira acepção da palavra, isto é, não-crível! Mas… e o tal de Baóbi Kôro, o “luciferino”? E Gibdi-Bába-Ór, o verdadeiro Lúcifer? Vieram juntos?

— Sim, evidentemente! E ao longo da viagem os Sábios de Aviz, muitas vezes contrariando os conselhos de Itza Omhábi e Madjilla-Súh, não deixaram de tentar acionar o verdadeiro Lúcifer e a uns poucos aliados dele para uma reviravolta na situação. Lúcifer teria tentado, inclusive, uma rebelião entre aquelas almas na tentativa de devolver a Aviz o controle da situação. Em vão: os Simaós pactuados ou controlados por Baóbi-Kôro eram esmagadora maioria! O sangue guerreiro sempre prevalecia: Frai-Ki estava viva e em ação, mesmo nas sutis dimensões ellaianas da realidade!!

— E as almas dos Simaós, do povo em si que talvez até estivesse feliz com o projeto de descontaminação!?

— Vieram todos juntos, sem corpos físicos, já que a luta interna não deu em nada a não ser em aniquilação completa de tudo e de todos. Não ficou pedra sobre pedra, literalmente, por conta da utilização de uma arma conhecida pelo estranho nome de “Ou-On” (Djarana), que fragmentou tudo o que era vivo, em todos os recantos por onde seus campos de força passavam! Por um bom tempo essas almas que, por sinal, não eram assim tão ingênuas, ficaram, inclusive, inconscientes de suas condições, tão terríveis foram os métodos de guerra utilizados. Durante a rebelião articulada pelo verdadeiro Lúcifer, ou seja, por Gibdi-Bába-Ór sob controle de Aviz, o líder Baóbi-Kôro (Kommo) foi feito prisioneiro por uns tempos. Mais tarde, entretanto, libertou-se graças a uma aliança de seu grupo com uma raça de seres Djínas, reconhecidos pelo nome de Góguis, liderados por um Ser chamado Bel-Tzé-Bud (Groddo Úki), o dito “Satanás” ou “Belzebu” das tradições religiosas terrestres, sobre os quais oportunamente poderemos falar. Embora ele esteja sendo fortemente vigiado em termos espirituais, inclusive por ex-seguidores dele, como o líder Abezon-Roéh, um grande mago cientista procedente de Abújih, planeta da estrela de Alnilãn (Cinturão da Constelação de Órion), o lider Baóbi-Kôro ainda se constitui um perigo, pois não abriu mão de seu terrível projeto! Quanto ao verdadeiro Lúcifer, o “Portador da Luz” por intervenção dos avizianos, destronado de suas funções, aguarda oportunidade para ser resgatado espiritualmente um dia pois, de acordo com os ET’s, esse ente acabou evoluindo tanto que receberá uma “Centelha”, uma “Mônada”, quer dizer, deixará de ser um “ente” para ser um “Ser” de verdade. A ele caberá dirigir o mundo para o qual muitas almas terrestres terão de partir para prosseguirem seus destinos, sempre no rumo da Luz!

— At-Má-Hás, a antiga Junnáh dos Araués, então, é a Terra?

— Quase isso, sabe porque? Por que, como satélite (Rhaons), condição à qual foi reduzida no seu processo de transição no rumo de Aviz, não podia ela abrigar uma experiência como a prevista no plano Báki-Tídi-Ária. Os satélites, no entendimento dos ET’s, são seres mais simples que os planetas (Rhadions), muito embora possam estar, eventualmente, orbitando outros planetas. O critério não é “astronômico”, evidentemente, mas “espiritual”! Os planetas apresentam maior complexidade energética ou espiritual do que os satélites. Somente eles, os planetas, os Rhadions, abrigam sementes de novas humanidades, sementes que podem ou não vingar, podem ou não germinar. Assim, tiveram que fazer uma espécie de arranjo, pois Junnáh, ao partir de seu sistema original, o sistema de Alb-sôt, a nossa “Alcione”, estrela das Plêiades, fora abandonada pelo “espírito” que lhe garantia a condição de planeta. No caminho, um errante espírito de satélite acomodou-se em suas entranhas e dela se apoderou! Esses “espíritos” formam o quarto reino cósmico-universal de consciências entre os sete que existem. São chamados de “Lâmnas”, termo que quer dizer “hóspedes”, quase que num sentido, digamos, “parasitário”, pois ocupam os “bólidos” ou astros que, em realidade, são aglomerações formadas por outro tipo de criaturas, os “Trídios”. Para simplificar, até porque nosso assunto agora não é esse, a gente podia dizer que os corpos celestes são os cupinzeiros de barro e os cupins são os Lamnas, a “alma” dos cumpinzeiros, certo assim? Quanto aos Trídios, o terceiro reino, são os ditos formadores ou conformadores, os que dão forma para as expressões de outros reinos, ou o espírito das partes e dos órgãos, os aglutinadores, embora tenham suas expressões “livres” também, e que nós chamamos de “energia”, e as “escravas”, ou fechadas em si mesmo, que são os vírus e micro-organismos, até os fungos, como os cogumelos, por exemplo, pois eles não são plantas nem são animais. São Trídios!!!

— Se um espírito estelar, um desses “Lâmnas”, assumir um grande aglomerado celeste de trídios, esse astro vira uma estrela… É isso , não é? Mas, você nos falou de um “arranjo”? Como assim??!

— Sim; … sim; … Isso mesmo! É, … sobre o outro assunto, … uma espécie de arranjo. Quando At-Má-Hás chegou aqui nesse nosso sistema solar, dito Ors-rraú, encontrou uma situação bastante conturbada: Júpiter, que já foi um sol, isto é, um corpo celeste habitado por um “espírito solar”, uma estrela, por sinal uma estrela sem planetas e que formava um binário com uma outra chamada Barsa, do sub-aglomerado estelar dito Joanna, a estrela Maia da constelação das Plêiades, havia sido capturado pelo nosso sistema solar, captura essa que havia deixado importantes seqüelas. Uma das mais curiosas é que ele capturou quatro miniplanetas, Mercúrio, Io, Ganimedes e Europa, e os transformou em satélites astronômicos dele, conhecidos pelos ET’s pelas denominações de Sinno, Sonno ou Rodáki, Veldha, e Soro, respectivamente. Depois, além dessa quase catástrofe, aconteceu o fim de Darmon, um lindo planeta rochoso, esverdeado, que foi explodido por sua gente, os darmonianos, utilizando-se de uma seqüência mântrica chamada Hadda, que tem um poder de destruição muitas e muitas vezes superior a de centenas de bombas atômicas! A explosão partiu o planeta ao meio e fez de seu hemisfério sul miríades de pedacinhos. São os asteróides, os agiób-mídis, que quer dizer “(triste) testemunho do que ali se passou”, e boa parte dos anéis do grande Saturno, por exemplo. O hemisfério norte, chamado Tito, depois de umas peripécias orbitais, virou um pesadelo, um perigo sobre a cabeça de todos os mundos daqui, até que acabou retirando do sistema solar um planeta inteiro, com toda a sua gente, indo com ele para o espaço! Uma calamidade! Tal planeta chamava-se Pharma e sua gente, muito avançada, foi junto, embora uma parte tenha ficado em Marte e Urano, principalmente. Deixou apenas seus satélites naturais: um deles é a nossa Lua, chamada de Alma, e a outra é Plutão, o Guildar dos ET’s, hoje formando um binário com o planeta Caronte, que é planeta e não satélite, em termos espirituais, bem entendido! Por ocasião da partida de Pharma, Vênus foi fortemente abalado em termos de sua órbita, só corrigida mais tarde, em quatro etapas, inclusive graças ao apoio gravitacional da Terra, desde o momento de sua chegada aqui. Vale destacar que a nossa Terra passou graves apuros por conta do programa venusino de correção orbital, sendo o último deles por ocasião do Êxodo do Povo Hebreu, quando, enfim, Vênus retornou à sua órbita original, voltando a brilhar forte no céu da Terra, maravilhando nossa gente como outrora encantava o belo, simples e pacífico povo de Pharma! Foi nessa ocasião, também, que Mercúrio deixa sua órbita-satélite em Júpiter e estabiliza-se mais próximo do Sol. Aí, nosso satélite At-Má-Hás é capturado pelo Sol e vai, aceleradamente, sob forte intervenção tecnológica, estabilizando-se na órbita que pertencia a Pharma, o planeta que foi embora. No processo, At-Má-Hás adotou a Lua e expulsou Plutão lá para o fim do sistema solar, onde juntou-se a Caronte, empurrando para mais longe ainda o diminuto Kao, um planeta que nossa astronomia científica ainda não conhece e que orbita o Sol para além de Plutão. Uma vez estabilizado, At-Má-Hás começou a atrair o espírito do destruído Darmon, espírito esse chamado Shaom-Mih, termo que quer dizer “desabrigado de sua celestial morada”, ou “sem teto”!

— Deus meu! … que bela confusão! Um verdadeiro caos!!!…

— E tem mais: um outro bom pedaço de Darmon, chamado Éspher ou Sabóbhi, gravitou assustadoramente Vênus durante a primeira etapa de seu exílio e, depois, mais tarde, sairia dali e colidiria com a recém-chegada Terra, fazendo-a desgovernar-se por um tempo, derretendo parte de suas há pouco constituídas primeiras geleiras polares estáveis, fazendo com que mais de mil vulcões entrassem em erupção de uma só vez, numa seqüência desastrosa: uma catástrofe, meu caro, que mudou o mapa do Mundo, embora também tenha contribuído sobremaneira para consolidar os programas de colonização siriana por aqui, numa tentativa de justificar pelo menos parte de sua política de manter os Simaós bem isolados das gentes de Aviz! Bom também para Vênus, que pode concretizar mais uma etapa de seu programa de reajustes orbitais. E já que estamos falando de reajuste orbital venusino, ou venusiano, vamos registrar a penúltima etapa desse processo, ocasião em que aconteceu de tudo um pouco na Terra! Esse dia tem nome: Arhamon, conhecido na tradição judaico-cristã sob o nome de “Dilúvio Universal”! Isso teria acontecido há 12.346 (doze mil, trezentos e quarenta e seis) translações, ou seja, voltas completas da Terra em torno do Sol (ano de referência: 1999 dC), já que a duração do ano teria sofrido, também no período, algumas variações embora, no caso, de pequena monta. Vale registrar, também, que, com a explosão de Darmon, dois grandes satélites de Júpiter foram arrancados e passaram a orbitar o Sol, como se fossem planetas. São conhecidos pelos nomes astronômicos de Hidalgo, descoberto em 1924, com órbita bastante excêntrica, com periélio próximo à órbita de Marte e afélio além da órbita de Saturno, e Quíron, descoberto em 1977, que orbita entre Saturno e Urano!

— Realmente, uma bela confusão! Vou demorar “séculos” para dominar toda essa história. Mas, afinal, qual foi o arranjo de que você me falava?

— Simples: foi o encontro entre At-Má-Hás e Shaom-Mih, esse o espírito do planeta destruído! Aqui chegando, depois de haver sido capturado pelo Sol, por sinal, como dissemos, com forte ajuda gravitacional venusiana, At-Má-Hás adotou a órbita de Pharma, que partira com sua gente, e começou a ser gradativamente “polarizado” pelo então errante espírito do planeta Darmon, chamado, como vimos, de Shaom-Mih. Virou novamente, por conta disso, um “planeta”, como o era a antiga Junnáh dos Araués! Desde aí ele, At-Má-Hás, que já carregava o apelido de Ali-Éme, foi chamado de Shan Dídi Omai, que quer dizer “aquele (mundo) que teve sua esperança renovada”. Shan quer dizer “esperança”! Shan é a Terra e que, um dia, chamar-se-á internacionalmente ELISA, de “El-Isáh” que, na linguagem do espaço, quer dizer “aquela morada que por esforço próprio se fez livre”! Empolgante confusão, hem?!

— Realmente incrível! Claro que isso podia virar cinema!!! At-Má-Hás incorporou Shaom-Mi, o espírito de um planeta morto, o tal de Darmon, e fez-se, assim, planeta novamente. Esse foi o arranjo? A Terra é uma “médium”, um astro “mediunizado”!!! Shaom-Mi “baixou” na Terra!! (risos…)

— Perfeitamente! Acho que cabe muito bem a comparação! É um fenômeno raro, porque abrigaria dois “espíritos”, um de “satélite” e outro que lhe confere, ou lhe devolve, a condição original de “planeta”. Como vimos, a cosmologia dos Espaciais nos ensina que os corpos celestes são um reino “misto”, ou um encontro especial entre reinos, pois a condição dos corpos celestes depende da complexidade evolutiva do Ser que o ocupa ou que lhe “fecunda”, para sermos mais fiéis aos significados das chaves mântricas relativas a essa matéria ou a esse assunto. De certo é um entendimento muito diferente do nosso entendimento científico!

— E quando teria isso acontecido, em termos de tempo? Foi um fato planejado?

— Não propriamente, mas um fato esperado, sim. Mais tarde essa ligação seria fortalecida e “ativada”, aí sim, de modo intencional e monitorado, com vistas ao projeto que aqui na Terra passaria a ser desenvolvido, o chamado plano Báki-Tídi-Ária, articulado a partir da necessidade dos Homaras, conforme já lhe revelei. Quanto à segunda parte de sua pergunta, poderíamos dizer que tudo teria acontecido há muito tempo atrás. De qualquer forma, não há tanto tempo como imagina nossa Ciência, pois os processos que aqui tiveram a oportunidade de se desenvolver aconteceram sob forte patrocínio tecnológico. Os ciclos naturais foram muitíssimos acelerados! A Terra, em outras palavras, como já vimos, não é originária do sistema solar que hoje a abriga. Tem uma história que só poderá ser resgatada no futuro, embora se espalhem por todos os mares e continentes, indícios ou sutis evidências de um tempo no qual ela não estava por aqui, mas orbitando Aviz, em Sírius, ou no seu sol original, Alb-Sôt (Alcione), onde foi afetada pelo que ocorrera a Daggon, uma pequena estrela pleiadiana que morreu por conta de uma disputa sem vitoriosos entre duas entidades “estelares”. Documentos muito antigos, uma vez descobertos e traduzidos, hão de trazer à luz informações nesse sentido, garantem os ET’s, além de outras revelações surpreendentes sobre a história da humanidade e sobre Jesus, por exemplo, antes e depois de sua histórica crucificação. Eles nos garantem que muitos dos episódios relativos à sua passagem pela Galiléia e seus ensinamentos foram gravemente modificados. A verdade chocará o mundo mas libertará os espíritos amadurecidos! A verdade, e só ela, nos libertará! A verdade sobre Jesus está no Egito e principalmente na região chamada de Caxemira, na Índia! Fragmentos dela também serão revelados em territórios hoje franceses, italianos, ingleses, … brasileiros, … e ainda, de modo especial, na Turquia e também na misteriosa América Central.

— Jesus é um capítulo à parte, não tenho dúvidas. Mas… estou agora curioso em relação às datas, …não se teria nem mesmo uma estimativa de tempo?

— Há um dado, mas não pôde ainda ser checado. Desde o instante em que a Terra teria sido gravitacionalmente capturada pelo Sol, teríamos dado em volta dele, entre excêntricas elipses e círculos quase perfeitos, ora mais, ora menos afastados do Sol, cerca de 2.099.987 (dois milhões, noventa e nove mil, novecentos e oitenta e sete) translações, até o fim do ano 1999 dC, do nosso famigerado calendário gregoriano! Esse número, como poderemos ver oportunamente, tem 12 (doze) parcelas de tempos desiguais, denominadas Aranas, que quer dizer “movimentos” ou “fases”, possivelmente medidos em anos solares, pois têm relação com uma confusa seqüência de inversões dos polos magnéticos e também do sentido da rotação do globo terrestre, bem como com a inclinação de seu eixo. Quanto às tais “etapas”, faltaria terminarmos a última delas, a décima segunda, chamada Osáia, que quer dizer “redenção”! Acreditamos que isso deva se dar daqui uns 13 anos, quando completarmos 2.100.000 translações em volta do nosso atual sol. Essa área das comunicações ainda está por merecer mais atenções, pois há muitos vazios de informação nesse campo, até porque seu tema central, o tempo, ou nosso conceito de tempo, guardaria ainda notáveis mistérios. Quer dizer, ela é bem complicada por envolver conceitos com os quais não sabemos ainda trabalhar. Há, portanto, coisas sobre as quais nos tem faltado a compreensão, até porque, a rigor, tudo giraria em torno dos mecanismos que nos ligam espaço-temporalmente ao nosso centro galático e também ao sol do nosso sol, a estrela pleiadiana de Alcione, a Alb-Sôt dos Espaciais, além de não sermos ainda capazes de compreender os aspectos consciencionais e de percepção ligadas à questão do tempo e seu transcorrer.

— Muitíssimo interessante!!! Mas e aí? Como as coisas ficaram? E os Homaras?!

— Bem; … essa história toda que lhe adiantei foi contada aos Homaras lá na sede original do projeto, no planeta Nada, em Sírius, por ocasião da chegada deles naquele sistema solar! E disseram a eles, solenemente: “o único mundo que atende todas as condições técnicas e as demais condições aqui negociadas e mais outras relativas a mais amplos interesses, é Shan Díti Omai”! E completaram: “Ele, Shan-Díti-Omai, está abrigado em Ors-rraú”, como quem está a dizer que lá ele estaria esperando que lhe acontecesse algum projeto que pudesse tirar sua gente da enrascada cósmica na qual estava metida, pois as tentativas que foram feitas para que voltassem a evoluir não haviam dado, absolutamente, nenhum resultado realmente positivo ou, pelo menos, definitivo: se não degeneravam geneticamente, autodestruiam-se em guerras, sempre a partir de envolvimentos com grupos alienígenas com interesses escusos!” Ou seja: internamente, os Simaós continuaram fortemente divididos: Frai-Ki, a Chave Guerreira, insistia em imperar! Gibdi-Bába-Ór — o verdadeiro Lúcifer, instrumento local da política intervencionista de Aviz — o lider Baóbi-Kôro e seu arqui-inimigo Abezon-Roéh, continuavam a não se entender, apesar dos esforços dos principais colonizadores atuantes à época, os Helamís, termo que expressa a idéia de “labirinto”, mais uma alusão à constelação das Plêiades, de onde procediam, operantes aqui através de Júpiter e Ganimedes, principalmente, além dos povos ligados a estrelas integrantes da constelação de Órion, os Baébi-Sáh’s, que quer dizer “discípulos do Grande Mestre”, ou seja, de Jesus e de sua contraparte feminina, Maria Madalena! Quando envolvidos com seus projetos e suas respectivas gentes, pois os três líderes conseguiram aliciar muitos simpatizantes, tudo ia relativamente bem em todas as colônias e suas unidades satélites que por aqui haviam sido criadas! Mas, a partir de um certo momento, e a partir de um certo grau de planetarização demográfica, e em que pesem terem algumas vezes conquistado estágios até bastante elaborados de civilização, decaiam, por um motivo ou outro. A seqüência, entretanto, era sempre a mesma: guerras entre minorias, fracionamentos internos, degenerações naturais e comportamentais, lutas por território e recursos, destruição geral por confronto entre as partes, desacordos com Aviz, ruptura, e … guerra total! Alguma coisa precisava ser feita e essa coisa era o estabelecimento de uma sociedade com os Homaras a partir de uma aliança com Vênus! Essa proposta, em termos científicos e espirituais, teria nascido no coração do casal Itza Omhábi e Madjilla-Súh, àquela época já muito ocupados com seus filhos, suas “crianças órfãs”, homens e mulheres, de At-Má-Hás.

— “A cavalo dado não se olham os dentes”: não é esse o ditado?!

— De fato, …mas de uma certa forma os Homaras não estariam assim tão mal servidos. Com a incorporação de Shaom-Mi, o espírito do destruído planeta Darmon, o planeta Shan, nossa Terra, crescera de volume uns 15 a 16 %, aproximadamente, gerando muita matéria enquanto complexos processos artificialmente induzidos haviam lhe permitido o reaparecimento dos mares e, assim, dos continentes, e a adaptação conduzida de muitas espécies vegetais e animais, graças aos cuidados recebidos pela engenharia de Aviz, dos Mohás — os cíclopes gigantes — e de povos solidários, como os venusianos, os rodakianos, que são a gente de Ganímedes, e sobre tudo dos pleiadianos em geral, colonizadores do planeta Nada, aqui ancorados em Júpiter, dentre outros povos mais. É bom que se registre que At-Má-Hás, quando satélite de Aviz, não possuía mais seus mares e seus rios originais, embora fosse rico de água potável armazenada em porosas rochas subterrâneas. Com o aumento do volume a Terra viu sua crosta mais externa se partindo e se afastando uma placa da outra. O que não ficou submerso são nossos continentes, cujos desenhos já foram bem outros, assim como a localização de seus polos e de seu eixo magnético!

— Certo, …compreendi, ou melhor, … compreendi mais ou menos! É muita informação nova de uma só vez, embora, de alguma maneira, elas me pareçam estranhamente familiar! Mas e os Homaras: quando eles chegaram aqui? E por que Vênus, afora a questão dos acertos orbitais, entra nessa história?

— Não se tem essa data, até porque nosso sistema de contagem de tempo, como já lhe adiantei, é muito insipiente, explicam nossos Irmãos do Espaço. Há informações, queremos crer, em termos de número de translações, quer dizer, número de voltas que a Terra teria dado efetivamente em volta do Sol. Nestes termos, isso teria acontecido a 369.765 (trezentos e sessenta e nove mil, setecentos e sessenta e cinco) voltas! Uma volta real e não uma volta aparente, chama-se “ira”. Portanto, adotando essa unidade de medida, cujo significado não sabemos exatamente o que seja, os Homaras chegaram aqui, pela primeira vez, a 369.765 iras e que, certamente, não corresponde exatamente ao mesmo número de anos! Teríamos que multiplicar por um fator corretivo que varia meio que logaritmamente para termos uma medida mais ajustada aos nossos atuais padrões de percepção espaço-temporais. De qualquer forma, mesmo em termos do nosso atual entendimento, esses acontecimentos não estão assim tão distantes. Talvez algo como uns 500 a 600 mil anos, aproximadamente, penso eu, a título de hipótese, digamos assim, pois não tenho os fatores corretivos que poderiam nos dar uma medida mais precisa em termos, volto a dizer, de nosso atual sistema de contagem e percepção do tempo. O fato é que um dia eles chegaram e aportaram inicialmente em Vênus, planeta escolhido por Itza Omhábi e Madjilla-Súh, isto é, Jesus e Maria Madalena, e por suas três comitivas de auxiliares que, por sinal, vieram na frente, (Saraianos, Fraternários (Ben-bíbis) e os Amankis). Nessa oportunidade nasce uma aliança muitíssimo importante para o projeto: entram na nossa história os personagens aos quais conhecemos sob o nome de Maria (Miriãn ou Mariana) e Melkisedeck, ou Sanat-Kumara — o “Rei do Mundo” na Tradição esotérica — denominados pelos ET’s de Maãma-Lih e Abebiãn-Kór. Esses nomes foram aqueles sob os quais os darmonianos conheceram Maria e Sanat Kumara, sabe por quê?

— Não faço a mínima idéia! Por que?!

— Porque antes de explodirem seu planeta uma secretíssima comitiva darmoniana, integrante da mais alta cúpula de poder em Darmon, liderada por um casal, Hermon-Arin e Amisa, fugiu perigosa e secretamente de lá e foi a Vênus pedir socorro, pois sabiam que a explosão de tudo estava a caminho de um modo desesperador, porque irreversível! Um plano de intervenção improvisado na ocasião, até deu resultado, de uma certa forma, mas não ouve tempo hábil para uma reviravolta, de modo que a destruição acabou por acontecer mesmo. Havia se tornado inexorável aquele terrível desfecho, que tão graves conseqüência teve para todo o sistema solar de Ors-rraú. A missão de intervenção foi chefiada precisamente por Maãma-Lih e sua contraparte masculina, Abebiãn-Kór, um casal venusiano da mais elevada espiritualidade! Graças a eles, e ao intenso trabalho científico e espiritual coordenado por Hermon-Arin e Amisa, as até então dispersas almas darmonianas começaram, mais tarde, a nascer na Terra, resgatando uma oportunidade também para elas! O difícil, desde o início, foi estabelecer uma base comum de entendimento, pois os darmonianos entendiam que a Terra lhes pertencia por direito, pois nela vibrava o espírito de Darmon, ou seja, o desalojado Shaom-Mi! Por outro lado, se não fossem os Homaras e seu plano, dificilmente os darmonianos teriam uma nova chance aqui no sistema solar, enquanto os Simaós, que vieram junto com a Terra, embora divididos em dois grupos fortemente antagônicos (Avizianos e Karésis, estes liderados por Baóbi-Kôro), todos ditos os Maába-lili’s de Jesus, não tinham dúvida alguma que a supremacia deveria ser deles, pois o chão que pisavam era a “terra” deles desde o início, quando ainda orbitavam o planeta Aviz, em Sirius! As lideranças dessas quatro “etnias espirituais”, digamos assim, até hoje disputam a Terra e os terrestres, e em todas elas imperam subdivisões internas, umas mais outras menos graves, e todas disputando também alianças externas e até intrusas, vindas de fora e com toda sorte de interesses. Como já lhe disse, o casal cósmico Itza Omhábi e Madjilla-Súh, ou Jesus e Maria Madalena, originalmente apenas mentores oficialmente constituídos de um plano de interesse dos Homaras, propuseram-se a ser “Os Pacificadores” de todo esse “Amargedon”! A idéia central era se ter “Um só Rebanho — povo — e um Só Pastor, o Deus Único, o Deus Interno, segundo os padrões de uma civilização Yin, do tipo Rama-Maens”. Desde muito tempo têm contado, para isso, com o trabalho coordenado de uma irmandade superior chamada Irmandade dos Sete Raios (Ajáia-Sih = pedra dourada ) que, no plano da ação no mundo, tem sido conhecida sob a denominação de Fraternidade Branca (Ajáia-Rih = pedra cristalina). Diz-se “branca” por vibrar as sete cores do Arco-Íris, ou sete “bandeiras”, representando a pluralidade espiritual verificada na Terra. Ela nasceu aos poucos e só foi consolidada, nesses termos, mais recentemente, por ocasião do fim de Arhamon, o dito “Dilúvio Universal”. Reúne sete “titulares”, os Choãns, segundo a nomenclatura esotérica, ou Vaiãns, segundo os Espaciais, termo que quer dizer “aqueles que emprestam cor ou tônica vibratória”, abrindo a chamada “Era dos Avatares”, Arana-Kíu ou Arana-Kinú.

— E na prática: como que as coisas foram conduzidas?

— A maior parte da frota dos Homaras ficou inicialmente em Sirius, orbitando o planeta gigante Báki e seu enorme satélite Milla, vizinhos de Nada, onde estabeleceram-se em caráter provisório e de modo precário em termos espirituais, pois seus processos evolutivos e reencarnatórios estavam suspensos até que pudessem enraizar-se novamente. Grupos deles seguiram para outros sistemas solares para lá aguardarem o desfecho terrestre. Os Homaras, lembre-se disso, não são filhos do universo de Maramaiãn, de modo que precisaram, primeiro, criar “raízes” por aqui. Depois passarariam a nascer normalmente, como de fato aconteceu. Esse planeta, o planeta escolhido por eles, foi a Terra, ex-Junnáh, ex-At-Má-Hás, ex-Alí-Éme, a atual Shan Díti Omai (Terra) e futura ELISA! Mas as coisas aqui sofreram muitos revés e não tem sido fácil a continuação do processo. Felizmente, de acordo com as mensagens extraterrestres, estamos vivendo os primeiros dias do fim dessa verdadeira epopéia! Tudo, ao que parece, deu certo e está devidamente “testado”. Temos de, no entanto, lembrarmo-nos de quem somos, reativar nossas memórias remotas e reassumirmos nossa real identidade, depois de tudo o que aconteceu desde aquele tempo! O sistema será liberto de suas amarras artificiais e a lei da afinidade definirá o resto!

— E aconteceram mais coisas?!

— Muito mais coisas!!! Esse é o começo da nossa verdadeira história!

— E onde é que fica essa história de “Adão e Eva”, “paraíso”, e coisas do tipo?

— Vamos lá! Está disposto?

— Perfeitamente! Aos poucos vou consolidando na minha memória esta história toda, enquanto vou anotando as perguntas que estão ficando pendentes, para serem respondidas depois! É MUITA INFORMAÇÃO! São muitos nomes diferentes: como já lhe disse, precisarei de um glossário! Não é à toa que as coisas na Terra estão como estão! Pelo que eu entendi, em resumo, temos os Homaras, onze povos que vieram da Galáxia Mhora, os Simaós, contaminados com Frai-Ki, a Chave Guerreira que, divididos em dois grandes sub-grupos (Avizianos e Karésis), vieram com a Terra para cá, e os darmonianos, do planeta Darmon, destruído por sua gente aqui mesmo em nosso sistema solar. Não é isso?

— Sim, isso mesmo! E então, podemos continuar?

— Sim, podemos! Devemos!

— Pois bem… No tempo dos Simaós, quando estavam por aqui solitários, acompanhados pelos cíclopes, pelos pleiadianos baseados em Júpiter e Ganímedes (rodakianos), pelos enviados de Órion e pelos avizianos, gente de Aviz, como vimos, todos à época já sob a preocupação espiritual de Itza Omhábi e Madjilla-Súh, as coisas não foram muito bem. Aliás, melhor dizendo, até foram, mas nada durava muito tempo! Não estavam nos planos uma ruptura definitiva com Aviz. Pensavam voltar para lá um dia. Os programas evolutivos das almas aqui estabelecidas continuavam atrelados a Sírius, o lindo sistema solar de Aridon. Optaram por “amenizar” as influências da Chave Guerreira (Frai-Ki) e o meio para isso foi o “trabalho”, quase forçado, e muita manipulação genético-biológica, além, infelizmente, de cárceres corretivos, por mais incrível ou terrível e condenável que isso possa hoje nos parecer! Isso aqui não deixava de ser, sob certos aspectos, ou em parte, uma colônia penal, um centro de recuperação de mentalidades bélicas, expansionistas e imperialistas incorrigíveis! Além do trabalho mais pesado, que fazia parte de uma política imposta por Aviz, haviam núcleos de alta ciência e tecnologia que se ocupavam com o desenvolvimento do planeta em si, bem como dos reinos vegetal e animal. Só para que você desde já fique sabendo, os planetas são das plantas (Leibdas) e dos animais (Hukis ou Háu-Úkis), e não dos humanos (Hamnas). Nós nascemos, crescemos e um dia vamos embora enquanto eles ficam! Mas, continuando: outros centros técnicos gerenciavam a internalização de colônias alienígenas intraterrestres e hiperfísicas que, de alguma forma, passavam a colaborar com o processo, pois a Terra estava aberta, na época, à navegação sideral que transitava quase que livremente por aqui. Nesses tempos, com os mares e os oceanos recém formados, e apesar de um ou outro contratempo geofísico e astronômico, a Terra mais parecia um paraíso! Quatro etnias físicas foram consolidadas, todas evolutivamente vinculadas a Sírius: uma branca, muito alva, de cabelos loiros e ruivos, descendente dos Gibdonis de Aviz, uma super raça negra, com tipos de pele azulada e cabelos lisos, introduzida pelos cíclopes (Mohás), uma terceira também branca mas de cabelos negros ou castanhos introduzida pelas ciências pleiadianas do sub-aglomerado estelar de Joanna, e uma quarta de pele vermelha, a mais elaborada geneticamente dentre elas, resultado de uma miscigenação de raças minoritárias diversas que operavam na Terra àquela época, além de outros pequenos grupos pouco significativos, até porque viviam fortemente isolados das jurisdições reservadas aos colonizadores atuantes à época. Os de pele vermelha eram os mais pacíficos e, embora guerreiros, faziam das lutas uma espécie de esporte para o autocontrole superior. Domesticaram, com o passar das gerações e algum apoio, Frai-Ki, a Chave Guerreira, transmutando-a em Akazan, que quer dizer “pérola”! Entre eles vivia o líder Abezon-Roéh e sua contraparte feminina, Apráia-Báh, nomes que fazem alusão, respectivamente, aos “besouros” e às “borboletas”. É a única raça que até hoje mantém entre os terrestres, via intervenções extraterrestres especiais, suas bases genético-biológicas com traços ou sinais de suas matrizes originais, com Frai-Ki dominada pela disciplina espiritual, concentradas principalmente nos povos norte-americanos de pele vermelha e, antes deles, de todos os povos pré-hispânicos, de toda a América! Cidades e complexos de cidades, diferentes das nossas, foram edificados e destruídos ao longo do período, no qual a Terra chegou a dar 170.000 mil voltas reais ao redor do Sol! Antes disso já teriam se passado 111.000 voltas reais desde a captura da Terra pelo Sol e sua estabilização orbital, mais 987.210 voltas reais ou “iras” para a incorporação de Shaom-Mih, maturação vital da biosfera e criação dos mares e oceanos; e mais 462.012 iras para a introdução de mutantes e a estabilização geofísica, tudo devidamente “acelerado” por fantásticas tecnologias. Aliás, por aqui, volto a dizer-lhe, tudo foi sempre meio que “acelerado” artificialmente! A Terra só viveu ciclos realmente naturais no período compreendido entre sua gestação até o momento no qual deixou seu sistema solar original para ser depois aprisionada numa órbita de Aviz, no sistema solar de Sirius. Isso realmente foi há muito tempo e corresponde a mais de nove décimos de toda a idade da Terra.

— Que interessante!!! E depois?

— Bom… Esse período teve vários recomeços. Conforme já lhe revelei, sempre que se chegava a um certo nível de planetarização, os conflitos aguçavam-se e, por algumas vezes, foi tudo perdido, ou quase isso. Esforços enormes eram feitos para que se recomeçassem as coisas sem os ranços do período anterior. No fim, guerra ou dissidências e abandono de colônias acabavam gerando situações verdadeiramente terminais, além de muita gente abandonada à própria sorte. A última guerra interna levou Aviz a parar com tudo! O planeta Central dos Simaós decretou “basta”!!! A partir daí, Itza Omhábi e Madjilla-Súh começam a advogar, e conseguiram para si, a coordenação integral de um plano maior para salvar os Simaós desse impasse. Logo depois desses acontecimentos chegaram por lá, em Sírius, os Homaras, os “estrangeiros que foram (muito) bem vindos”!!! Uma feliz coincidência cósmica, digamos assim, embora sabemos que elas, as coincidências, não existem mesmo!!! Quer dizer, melhor dizendo: as co-incidências de fatos e fenômenos sim, elas existem. O que não acontece é o fato delas não terem uma causa, um motivo bem específico, uma finalidade, certo?! Podemos não saber explicá-las, mas um motivo para elas acontecerem, ah!… isso elas têm, sim!

— Certo! Compreendi. Mas, somente os Simaós, pergunto, estavam nascendo por aqui?

— Sim, somente eles andavam nascendo por aqui na Terra e em corpos evolutivamente ligados a Aviz, corpos “sirianos”, com algumas miscigenações com raças trazidas de outros planetas ligados ao império de Aviz. Os darmonianos ainda encontravam-se dispersos e num estado espiritual muito ruim. A destruição catastrófica do planeta deles foi traumática em amplo sentido. E, embora o espírito da terra deles houvesse encontrado um novo “corpo”, a nossa Terra, não havia um plano ainda definido para a questão deles, dos darmonianos. Isso só viria a acontecer depois, quando Jesus e Maria Madalena foram aceitos pelas lideranças de Aviz e pelos Homaras como “Mentores” para toda a situação. Começaram por chegar mais perto: sediaram-se no planeta Vênus! É por essa razão que algumas correntes iniciáticas ou de pensamento divulgam a origem venusina de Jesus.

— Seria possível a gente fazer uma espécie de “tabela” com a relação das doze fases ou ciclos já vencidos pela Terra e sua gente?

— Sim, claro, seria muito útil. Vamos lá:

(1) do momento da captura gravitacional da Terra pelo Sol, com a ajuda de Vênus, até sua estabilização orbital, passaram-se 111.000 caóticas iras. Ôub-jarí é o nome dessa fase, e que quer dizer “risco calculado”;

(2) com a estabilização orbital houve a captura de Shaom-Mi e foi realizada a maturação vital da biosfera, a criação dos mares e dos oceanos, a superação de alguns acidentes astronômicos “pesados” e a construção de grandes escudos protetores para a atmosfera: aí foram mais 987.210 iras de muito trabalho por aqui. Essa etapa chama-se Oíh-Karãn, que quer dizer “cerco com balizas” ou “demarcação”;

(3) com a introdução dos primeiros mutantes Simaós, os ditos Simaós-Amis, começamos a contar outra fase, bastante longa, que teria durado 462.012 iras e que terminou quando se considerou a Terra geofisicamente estabilizada: ela teria parado de crescer e encontrara um bom estado de equilíbrio. Até aí já somamos cerca de 1.560.222 iras! Essa etapa foi chamada de Vêíh-Verãn, que quer dizer, “impondo clareza aos horizontes do lugar”;

(4) a partir daí temos a era “Simaó” ou “aviziana”, também chamada de “Absallaiana”, com uma duração de 170.000 iras, quando um sistema de “capitanias hereditárias” imperou por aqui.. A expressão “absallaiana” quer dizer “tempos nos quais foram realizados os fundamentos do novo mundo”, a partir de Absallã, a primeira super colônia científica avançada estabelecida em terra firme e totalmente aberta à atmosfera de então! Essa cidade teria sido construída onde hoje temos não mais um planalto, como antigamente o era, mas altas montanhas com as nascentes do atual Rio Nilo que, à época, corria para o que hoje está ao sul e era conhecido pelo nome de Acogíh, quer dizer, “serpente gelada”. Valeria a pena anotar que o dia terrestre, bem como a duração do ano e a inclinação do eixo da Terra e a configuração de sua órbita em volta do Sol eram diferentes das que hoje registramos. Por sinal, ao longo dessa história toda, tivemos dias e anos, bem como modelos orbitais e padrões geomagnéticos e espaço-temporais significativamente distintos entre si. Esse fato complica muito a aferição do tempo em “anos”, em que pese a técnica do “Carbono 14″ à qual nossa ciência empresta tanta credibilidade. Depois aconteceu a etapa de número …

(5) … iniciada com a chegada dos Homaras, algum tempo depois do “basta” de Aviz! Durou, surpreendentemente, apenas 14.147 iras e teria sido marcada por muita confusão, improvisação e problemas diversos principalmente por conta das inumeráveis levas de gente perdida e sem assistência que vagavam por aqui, resultado dos períodos anteriores! Foi chamada inicialmente de “Naziráh”, quer dizer, “nascimento”, e depois de “Airá-Thum”, algo como “interrompida” ou “abortada”. Foi nesse período que aconteceu nosso “Adão” e “Eva” bíblicos e um acidente solar que produziria uma total reviravolta no projeto “Terra”! Até aí, desde o começo, já contabilizamos cerca de 1.744.369 iras ou translações reais. As outras fases foram as seguintes, em resumo:

(6) 215.510 iras de “quarentena cósmica”, de isolamento, por conta do dito acidente solar, dito Thoro-Marrójih, chamada de “Oéd-Sih”, ou tempo não contado ou vazio, sem nome, época de muita desolação, quando, abandonados à própria sorte, os humanos remanescentes e seus descendentes vagaram pela Terra em busca de colônias que só existiam na memória de seus ancestrais, sofrendo toda sorte de degenerações;

(7) 42.300 iras de “recomeço”, domínio dos Pré-Hiperbóreos, ou “Primeira Isariana”, isto é, tempo na qual os colonizadores foram indivíduos isolados, cada qual com seu projeto específico, todos muito diferentes entre si e até conflitantes uns com os outros, época também chamada “Era do Elemento Terra”;

(8) 36.047 iras de domínio dos Hiperbóreos, ou “Segunda Isariana”, ou ainda “Era do Elemento Ar”, tempo de avanços, mas também de programas de dizimações induzidas e complicadas visitas interplanetárias indesejáveis;

(9) 28.040 iras de domínio Lemuriano, a “Terceira Isariana”, ou “Era do Elemento Fogo”, caracterizado por mundo cuidado e assistido e milhares de grupos isolados e praticamente até então desassistidos, espalhados por todo o globo, e pela chegada de muitas colônias estrangeiras, de mundos diferentes, alienadas em relação aos processos em curso na Terra;

(10) 21.012 iras de domínio Atlante, ou “Quarta Isariana”, a última delas, ou “Era do Elemento Água”, tempo de muitos resgates e de progresso material e espiritual, mas também de lutas pelo poder e graves incidentes geofísicos, climáticos e astronômicos também, além da intensificação da chegada de mais colônias estrangeiras na Terra, algumas bem numerosas, e quase todas elas, com o tempo, abandonadas por aqui à própria sorte;

(11) 363 iras diluvianas; e

(12) 12.346 iras pós-diluvianas, a Era dos Avatares, os Grandes Enviados, marcando o fim dos “reinados isolados”, e que é nosso presente tempo, que deve durar até 2.012 d.C, aproximadamente, em termos do nosso Calendário Gregoriano. Essa data também marca, aproximadamente, os fins dos calendários maias e incas, por exemplo, dentre outros perdidos no tempo, desconhecidos por nossa cultura e por nossos investigadores científicos.

— “Adão” e “Eva” na quinta fase??! É mesmo?! E como foi isso?!

— O plano Báki-Tídi-Ária previa o aproveitamento “planetário” da Terra. Quer dizer: a idéia era criar uma raça terrestre, de “origem” terrestre, umbilicada ao programa evolutivo do Sol a partir do aproveitamento do programa que estava sendo vivido pelos povos do planeta Pharma, que foi embora com sua gente. Essa proposta tinha a vantagem de oferecer uma base comum de desenvolvimento físico e espiritual para todas as partes envolvidas. Todos passariam a ser “terrestres”, como que “nativos” daqui. Era, de fato, a única maneira de se fazer convergir toda a gama de interesses envolvidos. Com a unificação da liderança e uma base evolutiva única, tudo seria, em princípio, mais fácil. A última grande guerra dos Simaós-Amis não tinha deixado saldos significativos e o biotipo disponível não era umbilicado à Terra, mas sim ao planeta Aviz, imprestável para um programa evolutivo efetivamente “terrestre”. Quer dizer: os cordões umbilicais dessas almas estavam ligados ao núcleo de Aviz e não à Terra. Recebiam “alento” dos sóis de Sírius e não do nosso Sol. Foi preciso recomeçar da estaca zero! A primeira idéia foi convocar uma raça espacial chamada de “fecundadores”, ou Kauáris, conhecidos por “Salésios”. O comandante deles chamava-se Virck-Hiãn, cujo cientista-chefe e sua amável e bela companheira espiritual chamavam-se, respectivamente, Tuá-Mamãnk e Adjanira! Tais povos têm biotipos “universais” artificialmente conquistados e se prestam a projetos cuja finalidade é plantar num determinado mundo uma matriz psico-bio-genética básica para que, via miscigenação com outros povos, ela possa florescer e abrigar grupos específicos de almas humanas. As experiências, entretanto, não deram os resultados esperados. As especificidades das condições complicaram os procedimentos que acabavam apresentando anomalias que não encontraram solução. Acabaram indo embora, sem deixar resultados importantes. Muito tempo e recursos foram perdidos, quase que em vão! Esse tempo foi chamado de Tzamaiála, que quer dizer “obra sem resultados”. Nesse ínterim, entretanto, os Homaras já haviam introduzido na Terra, com total sucesso, os Rerom-Ki’s, termo que quer dizer “servidores”, espécie de robôs vivos, hermafroditas terrestres de constituição híbrida (humana e animal), mas com reprodução controlada “in vitro”. Entes sem “alma”, ou melhor, sem “espírito”, serviam para trabalhos de caráter menos sofisticado mas que extenuariam completamente aos Homaras e seus aliados, aqui operando através de corpos clonados (Joúh-Jarãns), cópia de seus corpos originais (Ágira-Madhans), já que não tinham condições para se encarnarem normalmente: eram de outro universo! O trabalho de construir bases subterrâneas e submarinas e resgatar a integridade dos ecossistemas danificados pelas guerras simaós e cataclismos diversos exigia a presença dos Rerom-Kis. Atrasados nos planos e nas metas, implantaram e aceleraram um programa especial, sediados numa complicada rede de colônias não convencionais, algumas das quais parcialmente subterrâneas, para desenvolver um “protótipo” de ser “terrestre” a partir de Rerom-Ki’s. Daí nasceu uma geração de Zoom-Kára’s, hermafroditas, isto é, creaturas com os dois sexos, capazes de ser “polarizados” por uma alma humana. O termo quer dizer “estabilizado”, “estável” ou “irreversível”. Apesar de insucessos localizados e algumas graves e traumáticas sisões entre os colonizadores, todos preocupados por conta desses insucessos, os Zoom-Káras acabaram dando certo. Várias gerações adiante a potência das almas humanas geraram o mutante hermafrodita Adi-Om, o primeiro “terrestre” propriamente dito! Ele é o “Adão” bíblico e teria nascido de parto artificial em instalações orbitais e, depois, levados para várias colônias controladas, à medida que nasciam. Eram almas Simaós. O primeiro deles teria sido chamado de Kaéh, que quer dizer “lúcido”, e o segundo, Sebain-Djí, que quer dizer “espelho polido”. Certo dia eles foram levados de volta para o espaço e submetidos a uma intervenção de caráter genético. De seus DNA’s foi retirado um segmento chamado Kaá, a bíblica “costela de Adão”, elemento que prestava-se para manter a condição hermafrodita de seus descendentes, pois, do contrário, eles tenderiam a gerar descendentes puramente femininos, além de hermafroditas também. Com a retirada de Kaá, foi de fato o que aconteceu. Reintroduzidos numa colônia, Kaéh e Sebain-Djí foram fecundados artificialmente e deles nasceram Évia’s, ou seja, Adi-Om’s femininos, a nossa bíblica “Eva”, da qual teriam sido feitas muitas e muitas cópias, ou clones, sem a participação de elementos masculinos, inclusive. Esse fato está registrado em nossos inconscientes na idéia das “virgens brancas”. As duas primeiras Évia’s viveram pouco tempo na Terra. Logo foram levadas para instalações orbitais e depois para uma base lunar, em Alma, onde viveram a maior parte de suas vidas. Mais tarde uma delas voltou à terra firme e teve um filho natural que recebeu o nome de Abis-Kerãn, cuja descendência teria sido eliminada por razões genéticas, prevalecendo apenas as gerações que resultaram de inseminação artificial controlada. Logo mais almas Homaras começaram a nascer com sucesso, prevalecendo, mais e mais, o regime de reprodução natural, nas diversas colônias então existentes e em torno das quais, ou sobre as quais, esses terrestres foram criando suas cidades, muitas delas fundadas em reminiscências de suas vidas passadas, mais ou menos remotas, vividas em outros sistemas planetários.

— Muito incrível! O corpo masculino, então, resultou de uma especialização natural dos hermafroditas, enquanto o corpo feminino seria um corpo naturalmente estável, básico, completo em si mesmo, confere?

— Sim; … esse é o entendimento dos ET’s. A polaridade feminina é básica e como que permanente na Creação. A masculina é efêmera, transitória e instável, até porque é, digamos, “hermafrodita”, em essência, embora dela se requeira sempre o papel masculino, já que o outro papel, o feminino, é naturalmente exercido pela polaridade feminina. Esse tema merecerá, de nós, mais atenção oportunamente!

— Será que Kaéh e Abis-Kerãn foram Caim e Abel, e Sebain-Djí seria Set, respectivamente?

— Tudo indica que sim, não é mesmo? A história de que “Caim” teria matado “Abel” precisa, hoje, ser melhor explicada. O sentido real do fato narrado na Bíblia, o livro sagrado dos Cristãos, como vimos, é simbólico. Não teria acontecido propriamente um assassinato, portanto! Naquele tempo e contexto seria muito difícil explicar-se uma coisas dessas! Nem presentemente ela é fácil para milhões e milhões de pessoas compreenderem, não é mesmo?!

— De fato… claro que sim! Posso entender. Mas e depois??!

— Depois veio o progresso. As colônias progrediram e se desenvolveram muito, todas elas dirigidas pessoalmente pelos Homaras e alguns outros poucos colaboradores, de origem diversas. Por muitas vezes, nesse período, Itza Omhábi e Madjilla-Súh desceram com sua nave na Terra, já com seus corpos venusianos, Itssáh e Moriana ou Bhábi!

— Muito incrível! Por falar nisso… e a questão com Vênus?!

— Havia algumas colônias venusianas tentando atrair almas darmonianas para a Terra, mas as experiências ainda não haviam tido sucesso. A maior parte do trabalho com elas estava se dando em dimensões paralelas pois elas estavam ainda fortemente abaladas com a destruição de seu mundo. As seqüelas espirituais tinham sido realmente muito graves. Foi nesse tempo que começou a nascer um conjunto de instalações numa dimensão paralela da Terra física, batizada de Hámalla, para abrigar esses trabalhos hiperfísicos. Mais tarde reservariam em Hámalla uma faixa especial para o atendimento dos terrestres quando estes deixavam seus corpos físicos em razão de suas mortes. Ali se preparavam para tomar novo corpo físico. Esse subplano é chamado de Vármara, que quer dizer “lugar de passagem”, com suas Kaábas, espécie de subdivisões vibratórias, e suas instalações, ditas Charas, as “Cidades Espirituais” e os “Hospitais” dos Cristãos Espíritas ou Espíritas Kardecistas.

— Meu Deus, inacreditável esta história toda! O incrível mesmo é o sentido que faz, a lógica que tem, e é como se, de alguma forma, eu já soubesse disso tudo, embora de um modo não consciente!!! Mas e aí?!

— Aí se passaram 14.147 iras até Maissará!

— Maissará!?

— Sim, palavra mântrica que quer dizer “prenúncio de incertezas”… O Sol começou a apresentar comportamentos anômalos por conta ainda da explosão de Darmon. A energia que absorvera e os sobressaltos que sofrera com os episódios vividos por Pharma e também por Vênus haviam deixado seqüelas em suas entranhas. Logo depois o Sol experimentou algo como um espasmo e emitiu sutis mas fortíssimas radiações, inesperadas pelo projeto em curso na Terra, e foi um desastre! Aconteceu Thoro-Marrójih, um insólito e desastroso acidente solar, há pouco citado por nós em nossa agradável conversa!

— Mas… quais foram as conseqüências desse Thoro-Marrójih??

— Inicialmente pareceu apenas um susto, até que processos degenerativos desconhecidos começaram a alastrar-se de modo incontrolável! Foi um tempo de correrias sem fim! Nada parecia explicar ou justificar o que estava acontecendo. Doenças estranhas, grande número de abortos e natimortos, e outras coisas piores ainda, como a cegueira a partir de uma certa idade, deformações genéticas e estranhos comportamentos multiplicavam-se por todos os lugares. Por fim, o diagnóstico: a onda energética provinda do Sol havia danificado todos os Fhi-dhãns, os corpos etéricos, nossos complexos pára-eletrônicos sutilíssimos, responsáveis pelas conexões entre o físico e nossos níveis superiores! E o pior: cada indivíduo havia sido prejudicado de um modo diferente! O projeto genético inteirinho poderia estar perdido, irrecuperável! O “corpo” passara a não ter mais quase nenhuma comunicação “audível” com o “Ser”, as dimensões superiores, a Alma, sede do Espírito, além do que a reencarnação não mais se dava automaticamente, a não ser através de artifícios “cirúrgicos” e “próteses energéticas”! Thoro-Marrojih parecia ter posto um fim a uma extraordinária pretensão!!!

— Mas, pelo jeito, não foi capaz!!

— De fato, não foi, afinal, estamos aqui, não é mesmo?!

— Sim, claro… mas o que aconteceu depois???!

— Desolados, os Homaras e seus inúmeros apoiadores, depois de uma discussão sem fim, decidiram ir embora. Voltariam para Sírius, para as estrelas das Plêiades, para as estrelas de Órion e de outros lugares mais, onde o restante dos Homaras haviam se instalado apreensiva e provisoriamente enquanto o processo terrestre seguia sua programação. Não havia outra alternativa. Decretaram uma espécie de “quarentena” para a Terra e os terrestres, para que a natureza, sem intervenções, pudesse encaminhar as coisas até que fosse possível um diagnóstico mais apurado, caso a caso, e o estabelecimento de um programa de recuperação. A decisão pela quarentena também não foi fácil! O período foi chamado de Oéd-Sih, e durou 215.510 iras, como já registramos! Ficamos sós, isolados e por conta própria, tal foi o desânimo das equipes e as imensas dificuldades técnicas e científicas que resultariam de uma decisão de se manter equipes aqui na Terra. Itza Omhábi e Madjilla-Súh recolheram-se e posteriormente foram dedicar-se aos Homaras baseados em Báki, que sofreram muito com o acontecido. Parecia que tudo estava na mão do tempo, na mão de nossos “Pai e Mãe Celestiais”, de Maramaiãn, ou talvez de uma consciência ainda maior e inacessível. A questão tocou tão profundamente a Itza Omhábi e Madjilla-Súh que estes resolveram “ir até a Casa de Deus”, em Daramar, o Universo Central, para buscar entendimento e ajuda. Lá fez-se um “Cristo” (foi ungido ou “iniciado”) e preparou-se para trazer à Terra e aos terrestres não só a luz e a força dos Orianis de Daramar, os primogênitos de Deus Pai e Mãe Celestiais, entidades do mais alto nível vibratório do Universo Central, mas também o patrocínio direto do primeiro de todos os “humanos”, o primeiro dos “Hamnas”, SER reconhecido entre os Espaciais pela denominação de Oudhamá-Mael, o Cristo Cósmico. Volta ao seu universo original (Aom-Ki), de lá retorna a Sírius e, por fim, volta a Vênus, onde encontra-se com Maãma-Lih e sua contraparte masculina, Abebiãn-Kór, ou seja, com Maria (“Nossa Senhora”) e Sanat Kumara (Melkisedeck), mentores do plano de salvação dos darmonianos. Com eles estabelece uma imorredoura aliança e traça um plano de resgate denominado Álara-Máh. Para a sua construção instalaram uma “máquina psicotrônica” chamada Amá-Uláh. Parte dela ficaria num complexo orbital solar esférico e dourado chamado Io e a outra numa “cidade especial” transdimensional denominada “Áchara”, ancorada espiritualmente na superfície externa da Terra num “tripolo energético” com centros de força localizados parte no deserto de Gobi, outra parte ao norte do Tibet e seu terceiro polo nos Andes peruanos. Como um tetraedro de energia, tem seu vértice num “templo” chamado Shan-Aráh-Báh, na ilha dita “Kêibdhi”, que quer dizer …”lugar onde é sempre dia”, posicionada em um dos mares internos da Terra. Enquanto isso, intensas pesquisas de campo e de laboratório eram conduzidas em terra firme, na superfície do globo. Os Homaras começaram a voltar, reanimados e esperançosos! Só não gostaram do que viram por aqui quando chegaram: humanos e símios não se distinguiam uns dos outros. Caos geral e absoluto! E o pior: no meio deles, almas invasoras trabalhando para civilizar os remanescentes segundo diretrizes completamente conflitantes com os princípios do projeto Báki-Tídi-Ária! Eram os “deuses invasores”, colonizadores avançados que guardam seus corpos originais em suas portentosas naves e passam a nascer entre aqueles que desejam controlar segundo seus entendimentos! Toda a inteligência da “silenciosa invasão” fica em órbita, controlada por robôs e computadores inimagináveis para nós. No caso da Terra, estabeleceram-se nos anéis de Saturno, naves gigantescas, e para lá do sistema solar conhecido, numa região que os ET’s chamam de Seóh, as fronteiras energéticas dos domínios do Sol, parte integrante, inclusive, do próprio Sol, dentro da qual mantém seus planetas. Nossos invasores chamam-se Kamará-Aeons, ou Kamá-reons (Volkillis e Djans), raças amaianas (sexuadas) amplamente comprometidas com a conquista do poder pelo controle demográfico e sobre recursos naturais e os meios técnicos e econômicos de acessá-los. No caso da Terra, os mares, água potável, gás e petróleo, minérios em geral e madeira, a pesquisa científica e as finanças públicas, em particular. Não são “maus” no sentido comum. São determinados e acreditam em seu modelo, levando até às últimas conseqüências seus projetos de domínio “pacífico”, via modelagem das consciências e programas “apelativos” de toda e qualquer natureza. A ligação deles com Baóbi-Koro (Kommo) e Grodo-Úki (Belzebú) ainda têm resistido a todas as tentativas de controle e às brigas internas, principalmente por conta de nossos comportamentos, deseducados por séculos e séculos de condicionamento programado! Associados com terceiros, como nesse caso, podem criar, direta ou indiretamente, impasses destrutivos! Adquiriram “direitos” na Terra pelo fato deles terem nos encontrado, de uma certa forma, “abandonados” por nossos colonizadores originais. Outras legiões de servidores espaciais, no entanto, também aportaram por aqui, entre eles os Éleris, os “mansos de coração”, com suas magníficas naves esféricas, mais tarde reconhecidos por Itza Omhábi e Madjilla Súh como os grandes protetores da humanidade durante a quarentena de Oéd-Sih.

— Estranha essa decisão de se afastarem… Senti, dentro de mim, em alguma dimensão de meu Ser, até uma certa revolta, um ressentimento, nem sei… Muito estranho tudo isso!

— De fato… talvez tenha sido um erro, mas há a possibilidade de que não havia mesmo outra alternativa diante das demais necessidades do projeto como um todo, pois, embora na Terra estivesse sendo desenvolvida sua parte mais importante e delicada, ele estendia-se por outros mundos onde estava significativa fração dos Homaras esperando e tentando sobreviver!

— E depois??? Como evoluíram as coisas?

— Novo recomeço! Consolida-se a Fraternidade Branca, os apoiadores formam uma “confederação” sob a direção de Aká-Amon, o Comandante Amatzille, possivelmente o mesmo que “Ashtar Sheran” das correntes místicas da Ufologia, ou “Arcanjo Miguel” do catolicismo, e tudo voltou aos “eixos”. Foi a etapa de domínio dos ditos Pré-Hiperbóreos, quando testaram a idéia de monitorar à distância os primeiros terrestres “livres”, pois o regime das “colônias fechadas” começava a ser questionado em favor de algo diferente e que não deixava de lembrar as “capitanias hereditárias” da história brasileira, sistema que, de uma certa forma, ainda perduraria até hoje!!! (risos). … Depois deles vieram os Hiperbóreos, quando os darmonianos já estavam nascendo por aqui entre as raças disponíveis. Outras minorias somaram-se à experiência terrestres, como os povos amarelos (Djíllis) e Capelinos (Dakons), por essa época, mais ou menos. Mais tarde foi a vez dos Lemurianos, o povo de Muh ou de Maggéia, ou ainda Moggo ou Monggôh, chamados Ramatas ou Aramatas, ou seja, iluminados por grandes conhecimentos. Depois vieram os Atlantes, com seus vastos e diversificados domínios e, aí, o Dilúvio Universal, Arhamon, que leva tudo a uma espécie de “estaca zero”, de novo, embora ele tenha sido um evento programado, ou insubstituível. Poucos sobreviventes em Terra, muitos grupos levados para o espaço e para bases subterrâneas e submarinas, e até para fora da Terra, e um retorno gradativo. Toda essa “aquática” confusão estendeu-se por 363 intermináveis iras! Depois do Dilúvio, vem nosso tempo! Agora, depois de 2012 d.C, começaremos uma Nova Era, a Era de Aquário, uma Era Dourada, um tempo de “colheita”, enfim!!!

— Mas tempos difíceis estão por vir, não é certo? Há um planeta, chamado Dóton, ou Hercólubus, Planeta Vermelho, Abissinto, a Besta, … dentre outros nomes que tem, aproximando-se do Sistema Solar, não é verdade?

— As dificuldades, se maiores ou menores, estão na dependência de nossas atitudes, tanto físicas quanto espirituais! Dóton foi artificialmente capturado na época dos Pré-Hiperbóreos para acelerar os ciclos terrestres e ocupar a órbita deixada por Darmon. É parte do plano de resgate como um todo. Ele deverá recolher os asteróides e formar em torno de si um bonito anel, como o de Saturno, num futuro mais ou menos remoto! Suas passagens, de fato, determinaram, ao longo desse tempo, grandes transformações na Terra. Depois de sua próxima passagem começaremos um tempo de muita paz, cooperação e amor, enfim!

— Tudo será diferente? É certo que voltaremos a ter “colônias” por aqui, com extraterrestres convivendo conosco? “Estações Aquarianas”?!

— Sim, embora seguindo padrões diferentes daqueles usados no passado. A humanidade terrestre preferirá viver em assentamentos menores e que serão desenhados obedecendo a critérios definidos por uma ciência urbanística e arquitetônica há muito esquecida. Viveremos em Balizas, Faróis, Entrepostos, Retiros, Colônias, Estações e Complexos de Estações. Não existirão mais fronteiras e jurisdições de estado, moeda, governo e comércio. Nem mesmo indústrias, como são elas atualmente, teremos no futuro. As transformações realmente serão muito grandes e as pessoas estarão também elas muito mudadas! A grande escola será o tempo que todos teremos de viver proximamente, quando a Natureza devolverá aos humanos os maus tratos a ela dirigidos, enquanto nossas “sombras”, feitas de ódios, preconceitos, medos e culpas, estarão às soltas, revelando-nos o que temos escondido dentro de nossas almas e que socialmente transformou-se nessa coisa a que chamamos de “patriarcado”. Um novo Homem, uma nova Mulher e uma nova Terra, embaixo de um novo Céu, de fato, surgirão. A grande separação se dará. Não aquela que as religiões equivocadamente pregam, entre o bem e o mal, mas a separação entre os de índole Rama-Maens, os sensibilizados com a vibração “Yin” (feminina) da Terra e com a natureza intrínsica do plano Báki-Tídi-Ária, do Cristo, também ele “feminino”, e seu oposto, o padrão “Sudi-Vaens”, Yang, que vem sendo imposto aos terrestres pelos colonizadores (deuses) invasores e pelo orgulho ferido dos povos darmonianos e avizianos, de Aviz. Esse é o contexto no qual temos tecidos nossas sucessivas vidas e desenvolvemos em nossas almas as nossas mais profundas opções de evolução cósmica! Quer dizer: a Mãe Terra, ela sim, será a grande vencedora desse Armagedon!!!

— Olha, … no fim minha alma agora é toda gratidão, não só a Você, mas a Mim mesmo, que me dei a oportunidade de escutar, com toda a abertura possível, essa incrível história!!! Voltaremos a conversar, certamente, mas gostaria que me respondesse apenas a uma pergunta: e a “Ressurreição dos Mortos” de que falam os cristãos? O que seria isso?

— Os Homaras, em grande parte, vieram para aTerra em seus corpos físicos originais. Esses corpos encontram-se guardados em instalações subterrâneas e também fora da Terra, e até na Lua, por exemplo. Tão logo seja possível esses corpos poderão ser reativados pelos seus legítimos donos e operados normalmente, já que se encontram sob atenção de um sistema especialmente criado para preservá-los. Essa gente se misturará aos terrestres que permanecerem em corpos físicos e com eles terão filhos. Dessa maneira, a herança genética Homara se somará ao patrimônio conquistado na Terra e aqui enraizado. Assim estará completada a proposta de se criar uma raça efetivamente terrestre e que incorporasse todo o acervo conquistado ao longo desse incrível processo. A ressurreição esperada pelos cristãos é precisamente essa reativação dos corpos Homaras. Pode compreender?

— Sim, naturalmente. Isso fecha um quadro maravilhoso para mim e para meu entendimento, me respondendo “milhões” de perguntas que talvez, de outra forma, eu não teria sido nem capaz de formular! Claro que ficaram dúvidas, mas todas elas dúvidas, digamos, consistentes, que quero ver respondidas com o tempo, à medida em que formos nos aprofundando no domínio dessa história.

— Sim; aos poucos iremos tirando suas dúvidas que, imagino, devam ser muitas, e explicando outras coisas sobre as quais nossos Irmãos do Espaço estão falando, até que a verdade se restabeleça na Terra, em todos os seus pormenores, a partir das contribuições de todos os contatados e pára-contactados, clarividentes e pesquisadores corajosos, que não param de arriscar-se para descobrir e levar à luz conhecimentos que foram tirados de circulação pelos que não desejam o sucesso do plano conduzido por Itza Omhábi e Madjilla-Súh e seus inumeráveis colaboradores!

— Sobre que mais ensinam os ET’s?!

— Muitas outras coisas: eles nos explicam como tudo começou, por exemplo, em termos cósmicos. Explicam sobre Kaom, Daramar, Rorai e Maramaiãn! Falam-nos sobre a evolução e a manifestação das creaturas, o aparecimento do Reino Humano e sua extraordinária estrutura interna. Contam sobre as oitavas vibratórias dos universos, sobre seus meridianos estruturadores e suas características e como nos manifestamos e operamos dentro de cada uma dessas oitavas, e com que finalidade. Cura e Medicina do Espaço, a razão de nossas doenças e problemas, sobre as civilizações deles e de outros mais com os quais se relacionam, sobre suas naves e suas cidades e também antecipam notícias sobre o nosso futuro, além de nos alertar continuamente sobre nossos comportamentos individuais e coletivos e sobre o que estaria reservado àqueles que tramam contra a vida e contra todos na Terra. Revelam-nos fatos desconhecidos do passado e passagens de nossa história que têm sido erroneamente interpretadas. Falam de nossos Mestres, Mentores e Instrutores, sobre os mundos subterrâneos, os continentes da face interna da Terra e seus povos maravilhosos, sobre Hámalla, a Terra hiperfísica, e nos orientam também sobre o reaparecimento público deles todos, em massa, para muito em breve! Falam muito da Una-Consciência Cósmica que tudo rege amorosamente, com perfeito equilíbrio e como agem eles na Terra, como estão entre nós e fazendo o que, muitas vezes sem que saibamos disso. Enfim, nos contam e ensinam sobre muitas coisas, sempre com a intenção de alargar nosso entendimento a propósito de Deus, da Vida, do Amor, da Evolução e da real prosperidade! Nos ensinam que não há evolução como nossa ciência acredita. Dizem-nos que o único fator promotor, indutor, condutor e gestor da evolução é a ação da Divina Presença, nosso “Espírito”, nossa “Centelha”, o SER propriamente dito, de acordo com os contextos nos quais se encontra manifestado, verdade que valeria, inclusive, para todos os sete Reinos Cósmico Universais de Creaturas!

— Eles também falam de ET’s e outras entidades hiperfísicas cujos objetivos estão em desacordo com o Plano de Itza Omhábi e Madjilla-Súh para a Terra e os terrestres?

— Sim, certamente, e explicam como e porque. Mas como eles não trabalham com conceitos de certo e errado, bem e mal, feio e bonito, precisamos compreender antes outras coisas, sob pena de internalizarmos uma visão totalmente deformada dos fatos. Falam, também, do que acontece quando deixamos nosso corpo depois de sua morte e como somos recepcionados, protegidos, tratados e reorientados para depois voltar à vida na Terra física. Explicam porque, enfim, não sabemos quem somos, onde estamos, de onde viemos, para onde vamos, porque, desde quando e ao lado de quem estamos a caminhar pelo espaço infinito a bordo da Terra e do nosso sistema solar! Explicam o que está acontecendo com a Terra e com todos nós, seus passageiros, e qual o verdadeiro significado da assim chamada “Transição de Eras”, e a separação do “joio” do “trigo”, por exemplo, dentre muitas outras coisas, coisas que foram por nós todos, enfim, simplesmente “esquecidas”! Sempre nos falam de Amor, da Paz, da Sabedoria e da Prosperidade reais! Não nos falam de Deus, ou melhor, de um Deus externo, plantado lá no Alto! Nos falam, especialmente, quão importante é restabelecermos nosso contato conosco mesmos, com nosso EU SUPERIOR, visto que os problemas causados pelo grande acidente solar já estão superados e que o desafio, presentemente, é nos descondicionarmos de velhas idéias, padrões, falsas verdades e crenças sem sentido sob os quais teimamos em viver.

— Aos poucos eu gostaria de saber de tudo e de acompanhar a evolução dessas REVELAÇÕES EXTRATERRESTRES e, no caso, saber de quem e de onde está vindo essa versão específica dos fatos, certo?!

— Certo! Você saberá de ORS INARÃN, uma missão espacial confederada ligada, dentre outras, à estrela alfa da constelação do Touro, “Aldebaran”, e, assim, conhecerá um pouco sobre Tzarim (Mabí Ísa), Dzariman (Hámara Dídi), Moláki (Ben Haddad Bíbi), Kiõn (Hilk Maddei), Ashprilla, Madzá-Lílih (Amandha) e Adrimon (Issa Aresí), além de algo também sobre o Rerom-ki (servidor artificial) chamado de Kabóbi, além de coisas relativas aos nossos grandes Mestres e Mentores Espirituais conhecidos, pelas tradições iniciáticas, de Mestres Ascensos!! Conhecerá a AMASOFIA!!

— Teremos tempo e disposição para isso!

— No fim, com paciência e juntos, acessaremos tudo!!! Realizaremos aqui nosso “Apocalipse”, pois, afinal de contas, é esse o significado dessa palavra: “Apocalipse” quer dizer, precisamente, “revelação”, assim como “religião” vem de “re-ligare”, ou “religação” como nossas origens e “infernos” vêm de “infra-eros”, quer dizer, “mundos subterrâneos”, uma instância muito importante para alcançarmos, enfim, a escala celeste de nossa verdadeira história!

— Amém!!!

— Arráh! (O Todo está na Parte como na Parte está o Todo)

— Arráh!

FIM

mais info em http://www.amasofia.org.br/

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